O filme Sin City – A Cidade do Pecado levou apenas um prêmio técnico na 58ª edição do Festival Internacional de Cinema de Cannes, encerrada no último sábado, dia 21. O filme foi reconhecido como o melhor tratamento visual da seleção oficial do evento, mas brilhou mesmo foi na repercussão da sensualidade que aborda.
Sin City seduz os fortes, os corruptos, os que estão com o coração partido. Para alguns, ela é sombria e insensível. Para outros, é considerada um lar. Policiais trapaceiros, mulheres provocantes, vigilantes desesperados. Alguns estão em busca de vingança; outros exultam depois da redenção. E ainda há os que esperam viver um pouco de cada uma dessas situações. Um universo de heróis relutantes e improváveis que tentam fazer a coisa certa em uma cidade que recusa proteção.
Suas histórias – chocantes, contundentes e cheias de suspense – agora estão neste novo filme dos co-diretores Frank Miller e Robert Rodriguez, com a participação especial do diretor Quentin Tarantino.
Miller e Rodriguez, com verve e criatividade, retiram as histórias de Sin City – A Cidade do Pecado diretamente das páginas da revista em quadrinhos. Depois, usando os mais avançados equipamentos digitais de filmagem, reúnem esses extraordinários contos urbanos de desajustados, perdidos, heróis e mulheres imorais, na tela, sem perder nada do visual sombreado e do ritmo dos quadrinhos. Sin City – A Cidade do Pecado é trazida à vida por meio de luz e sombra; de diálogos curtos, performances estilizadas e criatividade visual. Nesse quesito, destacam-se as belas Jessica Alba, Britany Murphy e Rosario Dawson.