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Mulheres assumem o jogo do complô no BBB5

Arquivo Geral

17/02/2005 0h00

O ditado “em terra de cego quem tem olho é rei” não poderia caber melhor para definir o jogador Paulo André no Big Brother 5. Após ser eliminado com 72% dos votos (e o resultado só não foi um novo recorde porque Aline, sua adversária no paredão, também é muito rejeitada), o consultor eliminado afirmou, em entrevista coletiva, que continuaria jogando no mesmo ritmo, caso tivesse permanecido na casa.

A cegueira parece ter fincado suas raízes em PA e o diagnóstico revela que o consultor está sem chances de cura. Para ele, o único erro dos Gigantes foi não ter aberto os radares para os resultados das votações. “Só ver o que estava na casa foi o único erro do grupo. Se o público não tivesse como nos ver, a gente teria ganhado”, analisou Paulo André, sem perceber que ser observado é o que vale no reality show.

O paulistano de Guarulhos continua batendo na tecla do jogo e que por R$ 1 milhão só não vale matar e nem roubar. Ele afirma que tudo o que aparentou dentro da casa foi uma outra pessoa e que estava lá apenas para jogar. Mas a boa memória parece não ser o forte de PA. Poucos minutos antes de dar esta declaração, o fiel escudeiro de Rogério dissera ao apresentador Pedro Bial que a sua personalidade e seu comportamento além muros do confinamento é o mesmo apresentado às câmeras do BBB.

“Não me arrependo de nada. Eu não sou aquilo lá. Valia R$ 1 milhão. Era um jogo”. Mesmo fora dele, PA continua afirmando que continuaria a seguir a tática dos Gigantes, sabendo até que o público não está aprovando o complô criado por eles, já que vem eliminando um a um. “Percebemos a reprovação do público tarde demais. Só nos demos conta no paredão do Rogério”, analisa PA, afirmando: “A tática eu mudaria. Mas continuaria jogando. Falaria com o Alan e com as meninas para fazermos um número menor de jogadores, conversaria mais com elas”, analisa PA.

Borracha Mal PA deixou a casa, Aline, Tatiana, Natália e Karla ajoelharam-se, deram-se as mãos e se abraçaram no jardim. Karla aproveitou a ocasião para passar uma borracha por cima de qualquer desentendimento entre elas e disparou: “Temos que confiar umas nas outras”. Tatiana e Aline iniciaram a nova estratégia. “São quatro lá e cinco aqui. A gente tem que saber pelo menos em quem cada um vai votar”, disse a sambista. Aline garantiu que, se for líder, vota sem problemas em uma das mulheres. “Na hora de votar em mim, ninguém quer saber”, comparou. Karla ponderou: “A gente acabou de sair de um paredão, gente. Fiquem calmas e se concentrem na Prova do Líder”. A derrota não surpreendeu os Gigantes. O paredão teve 14,2 milhões de votos (12,7 milhões pela internet).

Na hora de dormir, Karla não resistiu e tocou no assunto com Tatiana. “Se um de nós cinco pegar o líder, e se os quatro restantes não estiverem em sintonia, vai um daqui. E se o lado de lá pegar o líder, vão dois daqui”, disse Tati para a amiga, fazendo cálculos para o próximo paredão. Alan, que se isolou desse grupo, garantiu que não irá mais combinar votos.

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    Arquivo Geral

    17/02/2005 0h00

    O ditado “em terra de cego quem tem olho é rei” não poderia caber melhor para definir o jogador Paulo André no Big Brother 5. Após ser eliminado com 72% dos votos (e o resultado só não foi um novo recorde porque Aline, sua adversária no paredão, também é muito rejeitada), o consultor eliminado afirmou, em entrevista coletiva, que continuaria jogando no mesmo ritmo, caso tivesse permanecido na casa.

    A cegueira parece ter fincado suas raízes em PA e o diagnóstico revela que o consultor está sem chances de cura. Para ele, o único erro dos Gigantes foi não ter aberto os radares para os resultados das votações. “Só ver o que estava na casa foi o único erro do grupo. Se o público não tivesse como nos ver, a gente teria ganhado”, analisou Paulo André, sem perceber que ser observado é o que vale no reality show.

    O paulistano de Guarulhos continua batendo na tecla do jogo e que por R$ 1 milhão só não vale matar e nem roubar. Ele afirma que tudo o que aparentou dentro da casa foi uma outra pessoa e que estava lá apenas para jogar. Mas a boa memória parece não ser o forte de PA. Poucos minutos antes de dar esta declaração, o fiel escudeiro de Rogério dissera ao apresentador Pedro Bial que a sua personalidade e seu comportamento além muros do confinamento é o mesmo apresentado às câmeras do BBB.

    “Não me arrependo de nada. Eu não sou aquilo lá. Valia R$ 1 milhão. Era um jogo”. Mesmo fora dele, PA continua afirmando que continuaria a seguir a tática dos Gigantes, sabendo até que o público não está aprovando o complô criado por eles, já que vem eliminando um a um. “Percebemos a reprovação do público tarde demais. Só nos demos conta no paredão do Rogério”, analisa PA, afirmando: “A tática eu mudaria. Mas continuaria jogando. Falaria com o Alan e com as meninas para fazermos um número menor de jogadores, conversaria mais com elas”, analisa PA.

    Borracha Mal PA deixou a casa, Aline, Tatiana, Natália e Karla ajoelharam-se, deram-se as mãos e se abraçaram no jardim. Karla aproveitou a ocasião para passar uma borracha por cima de qualquer desentendimento entre elas e disparou: “Temos que confiar umas nas outras”. Tatiana e Aline iniciaram a nova estratégia. “São quatro lá e cinco aqui. A gente tem que saber pelo menos em quem cada um vai votar”, disse a sambista. Aline garantiu que, se for líder, vota sem problemas em uma das mulheres. “Na hora de votar em mim, ninguém quer saber”, comparou. Karla ponderou: “A gente acabou de sair de um paredão, gente. Fiquem calmas e se concentrem na Prova do Líder”. A derrota não surpreendeu os Gigantes. O paredão teve 14,2 milhões de votos (12,7 milhões pela internet).

    Na hora de dormir, Karla não resistiu e tocou no assunto com Tatiana. “Se um de nós cinco pegar o líder, e se os quatro restantes não estiverem em sintonia, vai um daqui. E se o lado de lá pegar o líder, vão dois daqui”, disse Tati para a amiga, fazendo cálculos para o próximo paredão. Alan, que se isolou desse grupo, garantiu que não irá mais combinar votos.

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