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Mulher e dramas familiares

Arquivo Geral

01/06/2004 0h00

Mizoguchi é um cineasta com preocupações tanto existenciais quanto sociais e que busca unir o melodrama e o realismo para focalizar a situação da mulher japonesa, considerada o ícone maior do sofrimento, pela exploração, dominação e intolerância.

Ozu é um mestre dos dramas familiares contemporâneos ao dele, ao contrário de Mizoguchi, muito ligado em ambientações históricas. Com isso, a maior parte da narrativa de Ozu se ambienta no interior, muito bem detalhado, da casa japonesa, com seus ambientes típicos, como as salas e os quartos, um pouco do jardim, as entradas, a cozinha. “Como tudo isso sofreu muitas alterações, essas imagens ganham hoje um sabor quase documental, de alguma coisa realmente perdida no tempo”, ressalta o curador da mostra João Luiz Vieira.

Paralelamente à mostra, haverá um seminário com Vieira, com duração de dois dias, para debater temas, estilos, ideologia e contextos desses dois cineastas nipônicos. “O seminário mostrará uma visão precisa da importância e do significado de cada um, não só para o cinema japonês como para o cinema mundial”, explica o professor de cinema. A inscrição para o seminário também é franca e o projeto é realizado com o apoio da Embaixada do Japão.

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    01/06/2004 0h00

    Mizoguchi é um cineasta com preocupações tanto existenciais quanto sociais e que busca unir o melodrama e o realismo para focalizar a situação da mulher japonesa, considerada o ícone maior do sofrimento, pela exploração, dominação e intolerância.

    Ozu é um mestre dos dramas familiares contemporâneos ao dele, ao contrário de Mizoguchi, muito ligado em ambientações históricas. Com isso, a maior parte da narrativa de Ozu se ambienta no interior, muito bem detalhado, da casa japonesa, com seus ambientes típicos, como as salas e os quartos, um pouco do jardim, as entradas, a cozinha. “Como tudo isso sofreu muitas alterações, essas imagens ganham hoje um sabor quase documental, de alguma coisa realmente perdida no tempo”, ressalta o curador da mostra João Luiz Vieira.

    Paralelamente à mostra, haverá um seminário com Vieira, com duração de dois dias, para debater temas, estilos, ideologia e contextos desses dois cineastas nipônicos. “O seminário mostrará uma visão precisa da importância e do significado de cada um, não só para o cinema japonês como para o cinema mundial”, explica o professor de cinema. A inscrição para o seminário também é franca e o projeto é realizado com o apoio da Embaixada do Japão.

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