Aos 91 anos, morreu ontem, na cidade lombarda de Brescia, o regente italiano Carlo Maria Giulini. Aluno de Roger Sessions em Nova York, estudou com Nadia Boulanger em Paris, onde conheceu personalidades como Gide, Ravel e Stravinski. Esteve em alta nos anos 50, graças à simpatia de regentes como Leonard Bernstein, Serge Koussevitzky e Charles Munch. Sua vasta produção inclui ainda 11 sinfonias (a última delas, de 1993), dez quartetos de cordas, trilhas de filmes e bailados. Giulini, a exemplo de Toscanini, era um decidido antifascista.