Michael Moore disse que tinha imagens da tortura de prisioneiros no Iraque alguns meses antes de elas irem ao ar no programa jornalístico 60 Minutes, da emissora de TV americana CBS.
O diretor do documentário Fahrenheit 911 preferiu ficar quieto e aguardar o lançamento do filme, mas a história estourou na mídia antes do que ele havia previsto.
Em entrevista ao jornal americano San Francisco Chronicle, ele admitiu que teve dúvidas sobre a decisão, mas, ao mesmo tempo, ficou receoso de ser acusado de estar apenas promovendo o filme.
Em cenas da produção, que estréia no dia 25 nos Estados Unidos, soldados americanos manipulam a genitália de um prisioneiro com um cobertor e posam aos risos ao lado de outros que estão com capuzes.