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Michael Jackson teria ameaçado ex-ator mirim de morte, em 1986

Arquivo Geral

23/04/2005 0h00

Michael Jackson e Corey Feldman se conheceram nos bastidores de “Os Gonnies”, quando o ex-ator mirim tinha ainda 14 anos, em 1986. Trocaram telefones e, na mesma noite, Michael ligou para a casa do adolescente e eles conversaram durante duas horas.

Nascia ali uma amizade que seria motivo de muitas suspeitas e que chegou ao fim há poucas semanas. Corey Feldman, que também trabalhou em “Gremlins” e “Conta comigo”, decidiu depor contra o cantor no processo de pedofilia. O que ele disse nos tribunais pode ser conferido num documentário que foi exibido pela primeira vez na última quarta-feira pelo canal a cabo GNT.

Corey Feldman, hoje com 33 anos, diz que nunca foi molestado por Michael Jackson, mas acredita que é possível que o cantor seja mesmo pedófilo.

“Eu era uma celebridade mirim. Acho que escapei por ser famoso. Mas resolvi depor pensando nas crianças anônimas”, diz o ator no documentário.

A intimidade entre os dois permitiu Corey flagrar cenas como a de Michael Jackson mostrando revistas pornográficas para adolescentes de 13 e 14 anos. Mas com o passar do tempo, essa amizade foi perdendo fôlego. O documentário mostra que, quando Corey Feldman cresceu, o ator começou a ser excluído por Michael Jackson.

“Quando nos reencontramos, ele chegou a ameaçar me matar caso escrevesse um livro contando sua vida”, lembra Corey no programa.

Corey Feldman lembra ainda, com estranheza, da noite em que Michael perguntou se o ator tinha revistas pornográficas em casa. Essa seria a condição para o cantor aceitar dormir na casa do amigo. Outro motivo de surpresa foi ver livros com fotos de doenças venéreas na mesa da sala do cantor. Michael fez questão de mostrar a ele todas as páginas do livro. A amizade era tão intensa que o ator passou a se vestir como o ídolo de que virara amigo.

Depois do sucesso na infância, Corey Feldman enfrentou problemas com drogas, enquanto Michael começou a ficar distante. Hoje já recuperado, Corey decidiu contar toda a verdade depois de ser pai pela primeira vez — ele já havia deposto a favor do cantor em outros processos.

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    Nascia ali uma amizade que seria motivo de muitas suspeitas e que chegou ao fim há poucas semanas. Corey Feldman, que também trabalhou em “Gremlins” e “Conta comigo”, decidiu depor contra o cantor no processo de pedofilia. O que ele disse nos tribunais pode ser conferido num documentário que foi exibido pela primeira vez na última quarta-feira pelo canal a cabo GNT.

    Corey Feldman, hoje com 33 anos, diz que nunca foi molestado por Michael Jackson, mas acredita que é possível que o cantor seja mesmo pedófilo.

    “Eu era uma celebridade mirim. Acho que escapei por ser famoso. Mas resolvi depor pensando nas crianças anônimas”, diz o ator no documentário.

    A intimidade entre os dois permitiu Corey flagrar cenas como a de Michael Jackson mostrando revistas pornográficas para adolescentes de 13 e 14 anos. Mas com o passar do tempo, essa amizade foi perdendo fôlego. O documentário mostra que, quando Corey Feldman cresceu, o ator começou a ser excluído por Michael Jackson.

    “Quando nos reencontramos, ele chegou a ameaçar me matar caso escrevesse um livro contando sua vida”, lembra Corey no programa.

    Corey Feldman lembra ainda, com estranheza, da noite em que Michael perguntou se o ator tinha revistas pornográficas em casa. Essa seria a condição para o cantor aceitar dormir na casa do amigo. Outro motivo de surpresa foi ver livros com fotos de doenças venéreas na mesa da sala do cantor. Michael fez questão de mostrar a ele todas as páginas do livro. A amizade era tão intensa que o ator passou a se vestir como o ídolo de que virara amigo.

    Depois do sucesso na infância, Corey Feldman enfrentou problemas com drogas, enquanto Michael começou a ficar distante. Hoje já recuperado, Corey decidiu contar toda a verdade depois de ser pai pela primeira vez — ele já havia deposto a favor do cantor em outros processos.

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