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Mesmas máscaras de sempre

Arquivo Geral

16/06/2004 0h00

Depois de brigas internas e quase encerrar as atividades de vez, o Kiss está de volta, mas não do jeito que o mundo conheceu a banda, nos anos 70. As máscaras são as mesmas, mas a formação é bem diferente. O baixista Gene Simmons e o guitarrista e vocalista Paul Stanley dividem o palco, agora, com o baterista Eric Singer e o guitarrista Tommy Thayer.

Em outras ocasiões, quando um integrante deixava o Kiss, uma nova máscara era criada para o substituto. Foi assim quando Peter Criss e Ace Frehley saíram da banda pela primeira vez, em 1980 e 1982 respectivamente. Mas agora, tanto Eric Singer quanto Tommy Thayer herdaram as pinturas de seus antecessores.

A explicação de Simmons e Stanley está na ponta da língua. “O que construímos nestes 30 anos de banda nos mostra que cada personagem é muito maior que os integrantes”, explicam os líderes incontestáveis da mais

bem-sucedida banda nascida no glam rock dos anos 70.

Eric Singer, que já foi baterista do Kiss entre 91 e 96, ratifica o motivo. “Nunca consideramos uma mudança. Nós temos consciência de que o Kiss são estas quatro figuras e não adiantaria lutar contra isso”, conta, orgulhoso, com a máscara do gato.

Peter Criss deixou o grupo pela primeira vez em 1980. Na ocasião, foi substituído por Eric Carr, que assumiu as baquetas do Kiss até 1991, quando morreu vítima de câncer. O posto de guitarrista do Kiss também recebeu diversos integrantes. Depois da saída de Frehley, em 82, Vinnie Vincent, Mark St. John e Bruce Kulick passaram pela vaga.

Já que a formação é nova, é hora de um novo show, certo? Errado! A turnê Rock The Nation, que o quarteto engatilha pelos EUA até agosto para divulgar o álbum Alive IV, vai ter tudo que consagrou as apresentações da banda como exemplos quase únicos: pirotecnias, sangue falso e destruição de guitarras. “Esse é o nosso mundo”, afirma Simmons.

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    16/06/2004 0h00

    Depois de brigas internas e quase encerrar as atividades de vez, o Kiss está de volta, mas não do jeito que o mundo conheceu a banda, nos anos 70. As máscaras são as mesmas, mas a formação é bem diferente. O baixista Gene Simmons e o guitarrista e vocalista Paul Stanley dividem o palco, agora, com o baterista Eric Singer e o guitarrista Tommy Thayer.

    Em outras ocasiões, quando um integrante deixava o Kiss, uma nova máscara era criada para o substituto. Foi assim quando Peter Criss e Ace Frehley saíram da banda pela primeira vez, em 1980 e 1982 respectivamente. Mas agora, tanto Eric Singer quanto Tommy Thayer herdaram as pinturas de seus antecessores.

    A explicação de Simmons e Stanley está na ponta da língua. “O que construímos nestes 30 anos de banda nos mostra que cada personagem é muito maior que os integrantes”, explicam os líderes incontestáveis da mais

    bem-sucedida banda nascida no glam rock dos anos 70.

    Eric Singer, que já foi baterista do Kiss entre 91 e 96, ratifica o motivo. “Nunca consideramos uma mudança. Nós temos consciência de que o Kiss são estas quatro figuras e não adiantaria lutar contra isso”, conta, orgulhoso, com a máscara do gato.

    Peter Criss deixou o grupo pela primeira vez em 1980. Na ocasião, foi substituído por Eric Carr, que assumiu as baquetas do Kiss até 1991, quando morreu vítima de câncer. O posto de guitarrista do Kiss também recebeu diversos integrantes. Depois da saída de Frehley, em 82, Vinnie Vincent, Mark St. John e Bruce Kulick passaram pela vaga.

    Já que a formação é nova, é hora de um novo show, certo? Errado! A turnê Rock The Nation, que o quarteto engatilha pelos EUA até agosto para divulgar o álbum Alive IV, vai ter tudo que consagrou as apresentações da banda como exemplos quase únicos: pirotecnias, sangue falso e destruição de guitarras. “Esse é o nosso mundo”, afirma Simmons.

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