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Mercado reunirá 302 filmes para exportação

Arquivo Geral

23/11/2004 0h00

A segunda edição do Mercado do Filme Brasileiro, que exibe produções nacionais inéditas para executivos do cinema mundial com fins de comercialização (especialmente exportação), reúne 302 trabalhos expostos na vitrine do 37º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O dado foi antecipado, ontem, pelo secretário da Cultura do DF, Pedro Henrique Bório.

Segundo o secretário, o claro objetivo da feira é aquecer a economia do cinema. “A produção cinematográfica estimula muito a economia. Queremos que essa seja a marca de Brasília”, disse Bório.

Dos 302 filmes inscritos no 2º Mercado, 25 são produções de Brasília. E, neste ano, 30 possíveis compradores estrangeiros confirmaram presença no festival – o dobro do número constatado em 2003. Devido à presença dos estrangeiros, os filmes exibidos na mostra competitiva em 35 milímetros serão legendados em inglês.

A disputa pelo Candango no 37º Festival de Brasília peneirou seis longas-metragens entre 28 inscritos. Outro sinal da boa safra de filmes do cinema brasileiro é que para se chegar aos 12 curtas em 35mm selecionados, foi necessário eliminar 167 dos inscritos. Na categoria de 16mm, a Comissão de Seleção escolheu 20 entre 48.

Além dos prêmios avaliados em R$ 190 mil para a categoria de longa-metragem, a megacompanhia Dolby Digital confere um novo troféu ao filme com melhor som. O Prêmio Dolby consiste, além da estatueta, na concessão de licença para usar o sistema de som Dolby (o que é equivalente a US$ 4 mil).

Hotel NacionalOutra novidade para esta edição é que o Hotel Nacional deixa de ser a sede dos debates, seminários e hospedagem dos convidados do festival e dá lugar ao Kubitschek Plaza. O motivo da mudança foi simples: o Hotel Nacional sediará outro evento no mesmo período e fica, assim, impossibilitado de compreender ambas atividades em seu espaço físico. A tradição, entretanto, foi interrompida outras vezes: em 1992 e 1995, quando ocorreram no mesmo Kubitschek.

Nos corredores do hotel-sede, serão realizados bate-papos diário com as equipes dos filmes concorrentes, debate sobre as novas diretrizes do cinema brasileiro, seminário sobre direitos autorais, oficinas de roteiro e interpretação para cinema e TV e lançamento dos livros Um Sonho de Cinema, do jornalista Luiz Carlos Merten; e Coleção Aplauso, editado por Rubens Ewald Filho.

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    Mercado reunirá 302 filmes para exportação

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    23/11/2004 0h00

    A segunda edição do Mercado do Filme Brasileiro, que exibe produções nacionais inéditas para executivos do cinema mundial com fins de comercialização (especialmente exportação), reúne 302 trabalhos expostos na vitrine do 37º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O dado foi antecipado, ontem, pelo secretário da Cultura do DF, Pedro Henrique Bório.

    Segundo o secretário, o claro objetivo da feira é aquecer a economia do cinema. “A produção cinematográfica estimula muito a economia. Queremos que essa seja a marca de Brasília”, disse Bório.

    Dos 302 filmes inscritos no 2º Mercado, 25 são produções de Brasília. E, neste ano, 30 possíveis compradores estrangeiros confirmaram presença no festival – o dobro do número constatado em 2003. Devido à presença dos estrangeiros, os filmes exibidos na mostra competitiva em 35 milímetros serão legendados em inglês.

    A disputa pelo Candango no 37º Festival de Brasília peneirou seis longas-metragens entre 28 inscritos. Outro sinal da boa safra de filmes do cinema brasileiro é que para se chegar aos 12 curtas em 35mm selecionados, foi necessário eliminar 167 dos inscritos. Na categoria de 16mm, a Comissão de Seleção escolheu 20 entre 48.

    Além dos prêmios avaliados em R$ 190 mil para a categoria de longa-metragem, a megacompanhia Dolby Digital confere um novo troféu ao filme com melhor som. O Prêmio Dolby consiste, além da estatueta, na concessão de licença para usar o sistema de som Dolby (o que é equivalente a US$ 4 mil).

    Hotel NacionalOutra novidade para esta edição é que o Hotel Nacional deixa de ser a sede dos debates, seminários e hospedagem dos convidados do festival e dá lugar ao Kubitschek Plaza. O motivo da mudança foi simples: o Hotel Nacional sediará outro evento no mesmo período e fica, assim, impossibilitado de compreender ambas atividades em seu espaço físico. A tradição, entretanto, foi interrompida outras vezes: em 1992 e 1995, quando ocorreram no mesmo Kubitschek.

    Nos corredores do hotel-sede, serão realizados bate-papos diário com as equipes dos filmes concorrentes, debate sobre as novas diretrizes do cinema brasileiro, seminário sobre direitos autorais, oficinas de roteiro e interpretação para cinema e TV e lançamento dos livros Um Sonho de Cinema, do jornalista Luiz Carlos Merten; e Coleção Aplauso, editado por Rubens Ewald Filho.

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