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Medicamentos caros

Arquivo Geral

06/11/2004 0h00

A síndrome de Sjögren não tem ainda cura, mas não representa perigo de vida. Contudo se não tratada adequadamente, ela pode afetar a qualidade de vida dos portadores, por isso o diagnóstico precoce é importante, para ajudar a afetar o curso normal da doença. “O melhor profissional para tratar do problema são os reumatologistas”, avisa o dr. Leopoldo Neto, chefe da Clínica Médica do HUB.

artificiaisE como tratar a enfermidade? “Com a doença, onde tiver glândula, ela tende a perder a sua lubrificação”, responde o médico do Hospital Universitário. E se falta líquido, a saída é hidratar estas glândulas para que elas não sejam tão prejudicas. É por isso que o tratamento mais comum da enfermidade é a base de lágrimas e saliva artificiais.

As farmácias vendem uma infinidade desses produtos que substituem a lágrima e a saliva natural. Além destes, a Sjögren é tratada com outros médicamentos como aqueles que ajudam o organismo a produzir aqueles líquidos. Um deles, inclusive, tem como agente a pilocarpina, que é retirada de uma planta brasileira. Além disso são usadas no tratamento drogas antiinflamatórias não esteróides (DAINS), drogas esteróides e imunossupressores.

A maioria dessas drogas contudo são muito caras. A presidente da Organização Lágrima Brasil costuma gastar de R$ 1.300 a R$ 1.400 só com medicamentos para tratar a doença e seus efeitos em outros órgãos. “Mas, quando mais cedo diagnósticar, menos o portador vai ter que fazer uso dessas drogas”, afirma Stella Oliveira.

Quem sofre com o alto preço dos medicamentos é a população mais carente. “O grande desafio é poder oferecer esses remédios para quem não pode comprá-los”, afirma o dr. Leopoldo Neto. Segundo ele, a maior parte deles não é oferecida pelo SUS. “Eles não fazem parte da cesta básica oferecida pelos postos de saúde e hospitais”, afirma o médico.

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    06/11/2004 0h00

    A síndrome de Sjögren não tem ainda cura, mas não representa perigo de vida. Contudo se não tratada adequadamente, ela pode afetar a qualidade de vida dos portadores, por isso o diagnóstico precoce é importante, para ajudar a afetar o curso normal da doença. “O melhor profissional para tratar do problema são os reumatologistas”, avisa o dr. Leopoldo Neto, chefe da Clínica Médica do HUB.

    artificiaisE como tratar a enfermidade? “Com a doença, onde tiver glândula, ela tende a perder a sua lubrificação”, responde o médico do Hospital Universitário. E se falta líquido, a saída é hidratar estas glândulas para que elas não sejam tão prejudicas. É por isso que o tratamento mais comum da enfermidade é a base de lágrimas e saliva artificiais.

    As farmácias vendem uma infinidade desses produtos que substituem a lágrima e a saliva natural. Além destes, a Sjögren é tratada com outros médicamentos como aqueles que ajudam o organismo a produzir aqueles líquidos. Um deles, inclusive, tem como agente a pilocarpina, que é retirada de uma planta brasileira. Além disso são usadas no tratamento drogas antiinflamatórias não esteróides (DAINS), drogas esteróides e imunossupressores.

    A maioria dessas drogas contudo são muito caras. A presidente da Organização Lágrima Brasil costuma gastar de R$ 1.300 a R$ 1.400 só com medicamentos para tratar a doença e seus efeitos em outros órgãos. “Mas, quando mais cedo diagnósticar, menos o portador vai ter que fazer uso dessas drogas”, afirma Stella Oliveira.

    Quem sofre com o alto preço dos medicamentos é a população mais carente. “O grande desafio é poder oferecer esses remédios para quem não pode comprá-los”, afirma o dr. Leopoldo Neto. Segundo ele, a maior parte deles não é oferecida pelo SUS. “Eles não fazem parte da cesta básica oferecida pelos postos de saúde e hospitais”, afirma o médico.

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