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Marina Colasanti fala sobre exigências do amor

Arquivo Geral

19/10/2004 0h00

A escritora Marina Colasanti é a convidada de hoje do projeto Sempre Um Papo, que ocorrerá a partir das 19h30, no Conjunto Cultural da Caixa. Nascida na Etiópia, ela morou 11 anos na Itália e chegou ao Brasil em 1948. Em 1968, iniciou sua carreira literária, com o livro Eu Sozinha. No Rio de Janeiro, desenvolveu trabalhos de artes plásticas e lançou cerca de 30 obras, como A Morada do Ser, que foi reeditado pela Record e será um dos lançamentos da noite de hoje.

O livro, um dos best-sellers da escritora, estava fora do mercado há 20 anos, daí ela considerar como um lançamento. “Os jovens leitores não conhecem esse texto. Por isso, mais que um relançamento, é um lançamento”, pensa. A Morada do Ser fala sobre as exigências do amor, os sobressaltos da criação e as belezas encobertas da vida, em formato de minicontos.

Outra obra que será lançada hoje é Fragatas Para Terras Distantes, uma seleção de ensaios. “Falo sobre leitura e literatura, principalmente. Acho que é um livro a cara de mestres e professores”, disse. A escritora destaca o prazer que sente ao reunir-se com o público em conversas como a que ocorrerá hoje, especialmente com os professores. “Eles são multiplicadores. Por isso é tão bom bater papo com eles”, afirma.

Fragatas revela a experiência de leitora de Marina e serve de base para finas reflexões teóricas. A infância povoada de livros na Itália fascista ressurge ao tratar da questão da leitura em tempos de violência, os autores lidos com o primeiro namorado afloram ao analisar a relação dos jovens com os livros, o percurso dos contos de fadas na nossa cultura se entrecruza com a atuação de Marina nesse gênero.

Sobre o futuro, muitos projetos. “Estou sempre trabalhando”, conta. Até o fim do ano deve sair mais uma obra pela Record, dessa vez de poesias, chamado de Fino Sangue. Marina Colasanti escreve ainda outros poemas que originarão outro livro e desenvolve as ilustrações de 23 Histórias de um Viajante, também de sua autoria.

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    19/10/2004 0h00

    A escritora Marina Colasanti é a convidada de hoje do projeto Sempre Um Papo, que ocorrerá a partir das 19h30, no Conjunto Cultural da Caixa. Nascida na Etiópia, ela morou 11 anos na Itália e chegou ao Brasil em 1948. Em 1968, iniciou sua carreira literária, com o livro Eu Sozinha. No Rio de Janeiro, desenvolveu trabalhos de artes plásticas e lançou cerca de 30 obras, como A Morada do Ser, que foi reeditado pela Record e será um dos lançamentos da noite de hoje.

    O livro, um dos best-sellers da escritora, estava fora do mercado há 20 anos, daí ela considerar como um lançamento. “Os jovens leitores não conhecem esse texto. Por isso, mais que um relançamento, é um lançamento”, pensa. A Morada do Ser fala sobre as exigências do amor, os sobressaltos da criação e as belezas encobertas da vida, em formato de minicontos.

    Outra obra que será lançada hoje é Fragatas Para Terras Distantes, uma seleção de ensaios. “Falo sobre leitura e literatura, principalmente. Acho que é um livro a cara de mestres e professores”, disse. A escritora destaca o prazer que sente ao reunir-se com o público em conversas como a que ocorrerá hoje, especialmente com os professores. “Eles são multiplicadores. Por isso é tão bom bater papo com eles”, afirma.

    Fragatas revela a experiência de leitora de Marina e serve de base para finas reflexões teóricas. A infância povoada de livros na Itália fascista ressurge ao tratar da questão da leitura em tempos de violência, os autores lidos com o primeiro namorado afloram ao analisar a relação dos jovens com os livros, o percurso dos contos de fadas na nossa cultura se entrecruza com a atuação de Marina nesse gênero.

    Sobre o futuro, muitos projetos. “Estou sempre trabalhando”, conta. Até o fim do ano deve sair mais uma obra pela Record, dessa vez de poesias, chamado de Fino Sangue. Marina Colasanti escreve ainda outros poemas que originarão outro livro e desenvolve as ilustrações de 23 Histórias de um Viajante, também de sua autoria.

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