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Maria Rita simples e intimista

Arquivo Geral

16/09/2005 0h00

Maria Rita foi surpreendida com a notícia de que as cem mil cópias de seu primeiro CD, auto-intitulado, se esgotaram na primeira semana. Ela esperava que a gravadora Warner Music colocasse apenas 30 mil exemplares nas lojas. A cantora, filha da união da intérprete Elis Regina com o pianista César Camargo Mariano, também esperava que seu sucesso internacional viesse apenas em 15 anos. No entanto, vendeu 120 mil cópias só no exterior e outras 700 mil no País. Alcançou o status de diva, mas prefere ficar descalça a subir no salto alto. “Sou humana, não sou intocável”, defendeu a artista, que aparece simples, sem maquiagem ou mesmo sapatos no DVD de making of de Segundo, seu novo disco distribuído hoje para as lojas brasileiras, via Warner Music. A declaração foi dada na coletiva de imprensa de lançamento da obra, ontem, em São Paulo.

Antes mesmo de ser lançado, o álbum – editado em versão de CD simples e CD duplo, acompanhado do vídeo dos bastidores da gravação – já figura no topo da lista dos mais vendidos na maioria dos sites e lojas especializadas. De acordo com dados da gravadora, Segundo já vendeu 180 mil cópias (por encomenda) da edição mais popular e esgotou o primeiro lote de 52 mil unidades do CD + DVD, gravado no estúdio Toca do Bandido, de Álvaro Alencar e Tom Capone, produtor do seu disco de estréia e que estaria na mesma função se sobrevivesse ao acidente, nos Estados Unidos, que tirou sua vida em setembro do ano passado.

Mesmo diante dos números, que superam o fenômeno de vendas inclusive de sua primeira aventura comercial, a cantora prefere reforçar o distanciamento de estrela pop: “Existe esse problema da minha imagem. Ficou uma coisa de diva da MPB e isso não é real. Achei sensacional mostrar no DVD o quão humana eu sou”. O som extraído pela artista neste segundo álbum da carreira – o qual divide a produção musical com seu ídolo pessoal, Lenine – reflete a simplicidade da própria personalidade de Maria Rita. “O simples também é bonito”, sublinha.

O novo álbum da cantora se mantém intimista como o primeiro e ainda mais “orgânico”, como ela mesma avalia. “Ele acaba com os boatos de que Maria Rita iria voltar mais pop, cheia de guitarras. Dou preferência ao som mais vazio. A música respira também. Carrego isso em minha vida e quis levar para o estúdio”, comenta a cantora, que escolheu um repertório de canções inéditas de compositores razoavelmente conhecidos e de medalhões, como Edu Lobo e Chico Buarque (Sobre Todas as Coisas), O Rappa (Minha Alma), Moska (Muito Pouco) e outras duas do “hermano” Marcelo Camelo (Casa Pré-fabricada e Despedida).

O repórter viajou a convite da Warner Music

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    16/09/2005 0h00

    Maria Rita foi surpreendida com a notícia de que as cem mil cópias de seu primeiro CD, auto-intitulado, se esgotaram na primeira semana. Ela esperava que a gravadora Warner Music colocasse apenas 30 mil exemplares nas lojas. A cantora, filha da união da intérprete Elis Regina com o pianista César Camargo Mariano, também esperava que seu sucesso internacional viesse apenas em 15 anos. No entanto, vendeu 120 mil cópias só no exterior e outras 700 mil no País. Alcançou o status de diva, mas prefere ficar descalça a subir no salto alto. “Sou humana, não sou intocável”, defendeu a artista, que aparece simples, sem maquiagem ou mesmo sapatos no DVD de making of de Segundo, seu novo disco distribuído hoje para as lojas brasileiras, via Warner Music. A declaração foi dada na coletiva de imprensa de lançamento da obra, ontem, em São Paulo.

    Antes mesmo de ser lançado, o álbum – editado em versão de CD simples e CD duplo, acompanhado do vídeo dos bastidores da gravação – já figura no topo da lista dos mais vendidos na maioria dos sites e lojas especializadas. De acordo com dados da gravadora, Segundo já vendeu 180 mil cópias (por encomenda) da edição mais popular e esgotou o primeiro lote de 52 mil unidades do CD + DVD, gravado no estúdio Toca do Bandido, de Álvaro Alencar e Tom Capone, produtor do seu disco de estréia e que estaria na mesma função se sobrevivesse ao acidente, nos Estados Unidos, que tirou sua vida em setembro do ano passado.

    Mesmo diante dos números, que superam o fenômeno de vendas inclusive de sua primeira aventura comercial, a cantora prefere reforçar o distanciamento de estrela pop: “Existe esse problema da minha imagem. Ficou uma coisa de diva da MPB e isso não é real. Achei sensacional mostrar no DVD o quão humana eu sou”. O som extraído pela artista neste segundo álbum da carreira – o qual divide a produção musical com seu ídolo pessoal, Lenine – reflete a simplicidade da própria personalidade de Maria Rita. “O simples também é bonito”, sublinha.

    O novo álbum da cantora se mantém intimista como o primeiro e ainda mais “orgânico”, como ela mesma avalia. “Ele acaba com os boatos de que Maria Rita iria voltar mais pop, cheia de guitarras. Dou preferência ao som mais vazio. A música respira também. Carrego isso em minha vida e quis levar para o estúdio”, comenta a cantora, que escolheu um repertório de canções inéditas de compositores razoavelmente conhecidos e de medalhões, como Edu Lobo e Chico Buarque (Sobre Todas as Coisas), O Rappa (Minha Alma), Moska (Muito Pouco) e outras duas do “hermano” Marcelo Camelo (Casa Pré-fabricada e Despedida).

    O repórter viajou a convite da Warner Music

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