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Maria Rita, enfim

Arquivo Geral

07/11/2003 0h00

Com 50 mil cópias vendidas do DVD e 350 mil do CD, Maria Rita vive, já, o auge do sucesso. Não por outro motivo os ingressos para seu show de hoje esgotaram-se rapidamente, obrigando a produção a uma sessão extra que também está superdisputada pelo público.

Coisas da fama, conquistada por um talento que à própria Maria Rita, de repente, está surpreendendo. Como tudo tem mais de um lado, o preço que ela paga é o da cobrança indistinta da mídia: de uma hora para outra, todo mundo quer falar sobre sua referência maior – a mãe, Elis Regina, morta em 1981 – e extrair da cantora posturas definidas sobre a música brasileira. Precisa tanto?

Quando viu uma reportagem intitulada “Maria Rita não aponta os novos rumos da MPB”, ela estranhou. “Nossa! Eu não me lembro de ter lido algum memorando me dizendo que eu tinha essa obrigação”, comenta, lançando ironia. “Se eu for dar ouvidos a tudo que falam, fico doida”.

De fato. Melhor guardar o privilegiado sentido da audição para continuar destilando a música. E é no que ela tem se empenhado direto, desde que voltou ao Brasil após uma temporada de oito anos entre New Jersey e Manhattan, nos EUA. “Recebi muito material, até CD com 20 faixas, e ouvi tudo”, conta.

O que vem daí, só o tempo dirá. Mas a prévia é saborosa, como pode confirmar seu público extenso. A próxima atração pode até ser o rap, gênero que ela adora. Ninguém perde por esperar. O estilo que Maria Rita abraçar será muito bem representado. O Brasil agradece.

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    07/11/2003 0h00

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    Coisas da fama, conquistada por um talento que à própria Maria Rita, de repente, está surpreendendo. Como tudo tem mais de um lado, o preço que ela paga é o da cobrança indistinta da mídia: de uma hora para outra, todo mundo quer falar sobre sua referência maior – a mãe, Elis Regina, morta em 1981 – e extrair da cantora posturas definidas sobre a música brasileira. Precisa tanto?

    Quando viu uma reportagem intitulada “Maria Rita não aponta os novos rumos da MPB”, ela estranhou. “Nossa! Eu não me lembro de ter lido algum memorando me dizendo que eu tinha essa obrigação”, comenta, lançando ironia. “Se eu for dar ouvidos a tudo que falam, fico doida”.

    De fato. Melhor guardar o privilegiado sentido da audição para continuar destilando a música. E é no que ela tem se empenhado direto, desde que voltou ao Brasil após uma temporada de oito anos entre New Jersey e Manhattan, nos EUA. “Recebi muito material, até CD com 20 faixas, e ouvi tudo”, conta.

    O que vem daí, só o tempo dirá. Mas a prévia é saborosa, como pode confirmar seu público extenso. A próxima atração pode até ser o rap, gênero que ela adora. Ninguém perde por esperar. O estilo que Maria Rita abraçar será muito bem representado. O Brasil agradece.

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