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Maria Alcina mostra o que é alegria de viver

Arquivo Geral

08/10/2004 0h00

Maria Alcina foi um dos grande ícones do desbunde da década de 70, com seu bom humor e destempero. Esta mineira de Cataguases estará em Brasília, amanhã, a partir das 22h30, no Bar Feitiço Mineiro para relembrar alguns dos seus sucessos.

Quem tem mais de 40 anos, deve lembrar da “louca” Maria Alcina cantando Fio Maravilha, de Jorge Ben, no programa de chacrinha, o velhor guerreiro ou mostrando toda a sua extravagância na deliciosa Kid Cavaquinho, de João Bosco e Aldir Blanc, duas de suas interpretações mais marcantes.

Aqueles são bons exemplos do despojamento de uma cantora que marcou uma geração com sua voz grave e seu estilo desbragado de se vestir. A carreira de Maria Alcina começou em um festival de música no Maracanãzinho exatamente com sua versão amalucada de Fio Maravilha.

O festival abriu as portas do reconhecimento da artista, que voltaria a fazer sucesso com o resgate de Alô, Alô, música carnavalesca que caiu no gosto popular na voz da inesquecível Carmem Miranda.

Os ídolos do rádio e do cinema da época da Atlântida, sempre foram inspiração para Maria Alcina. Além da Pequena Notável, ela incluiu em seu repertório músicas populares interpretadas por gente como Emilinha Borba, Lana Bittencourt, Marlene e Carmem Costa. Delas, copiou também a alegria de viver e de encarar a vida.

Tanta alegria e extravagância compõem características que chegaram a lhe render um processo por “comportamento subversivo”. Depois de aparecer comom jurada em alguns programas de auditório, Maria Alcina se bandeou, na década de 80, para um gênero musical que explorava a dubiedade das letras. Músicas como Bacurinha e Prenda o Tadeu chegaram a fazer relativo sucesso.

A carreira de Maria Alcina mudou de rumo mais uma vez, e mais recentemente, quando ela se juntou a um interessante grupo de música eletrônica paulista chamado Bojo. Com arranjos modernos e um grande acompanhamento musical, a cantora mostrou que está afinada com os novos tempos.

No show do Feitiço Mineiro, Maria Alcina estará acompanhada pelo violonista Sérgio de Oliveira e promete brindar os ouvintes com o que de melhor ela já fez, sem falar em algumas pequenas ousadias que ela, com certeza, cometerá.

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    08/10/2004 0h00

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    Quem tem mais de 40 anos, deve lembrar da “louca” Maria Alcina cantando Fio Maravilha, de Jorge Ben, no programa de chacrinha, o velhor guerreiro ou mostrando toda a sua extravagância na deliciosa Kid Cavaquinho, de João Bosco e Aldir Blanc, duas de suas interpretações mais marcantes.

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    O festival abriu as portas do reconhecimento da artista, que voltaria a fazer sucesso com o resgate de Alô, Alô, música carnavalesca que caiu no gosto popular na voz da inesquecível Carmem Miranda.

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    Tanta alegria e extravagância compõem características que chegaram a lhe render um processo por “comportamento subversivo”. Depois de aparecer comom jurada em alguns programas de auditório, Maria Alcina se bandeou, na década de 80, para um gênero musical que explorava a dubiedade das letras. Músicas como Bacurinha e Prenda o Tadeu chegaram a fazer relativo sucesso.

    A carreira de Maria Alcina mudou de rumo mais uma vez, e mais recentemente, quando ela se juntou a um interessante grupo de música eletrônica paulista chamado Bojo. Com arranjos modernos e um grande acompanhamento musical, a cantora mostrou que está afinada com os novos tempos.

    No show do Feitiço Mineiro, Maria Alcina estará acompanhada pelo violonista Sérgio de Oliveira e promete brindar os ouvintes com o que de melhor ela já fez, sem falar em algumas pequenas ousadias que ela, com certeza, cometerá.

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