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Maitê Proença se aventura pelo mundo das letras

Arquivo Geral

22/03/2005 0h00

O currículo da atriz Maitê Proença é vasto: são 15 novelas, 15 filmes, algumas peças de teatro. Mas ela não se cansa: resolveu enveredar pelos caminhos da literatura. A atriz reuniu crônicas, publicadas em 2003 e 2004 pela revista Época, no livro Entre Ossos e a Escrita (Editora Ediouro). O lançamento será hoje, às 19h30, no Conjunto Cultural da Caixa.

Maitê Proença escreve há vários anos, mas não havia pensado em publicar livros. “Tenho uma relação epistolar com a escrita porque estudei no exterior e escrevia muitas cartas. Até hoje, na era da internet, eu as escrevo”, conta. Maitê revela que o ex-marido, Paulo Marinho, havia sugerido a publicação de seus textos em jornal. Ela, porém, recusou a proposta: “Não queria dar minha cara a tapa para ganhar tão pouco”. A decisão de publicar o livro surgiu após dois anos como colunista da Época.

Entre Ossos e a Escrita trata de amor, lembranças de família, viagens e inquietações. “Outro dia, o Cony (Carlos Heitor Cony, escritor) me disse que, na apresentação do meu livro, ele não falou sobre a variedade temática. Geralmente há um tema, mas eu tenho vários”, afirma.

Na maioria dos textos, há uma pitada de humor. Em Papai e a Urna, por exemplo, a atriz conta, de forma engraçada, o trágico episódio de lançar as cinzas do pai ao mar. Já a crônica O Amor é Brega é um relato do momento em que Maitê envia a Roberto Carlos a letra de uma música para possível gravação.

Escrever outro livro está nos planos da atriz. Mas com uma condição: “Vou publicá-lo se a minha empregada parar de bater à porta do escritório para dizer que o encanador chegou. Preciso fazer um treinamento de guerra com ela”, brinca. Maitê afirma que, para expressar suas inquietações, é necessário tranqüilidade. “Se me proponho a escrever, a resgatar o que há lá dentro, e eu sei que há, preciso de silêncio”, revela.

Além de se envolver com literatura, a atriz grava a próxima novela das sete, A Lua me Disse, de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa. Outras atividades são a participação em dois longa-metragens e palestras sobre temas retratados no livro. Com a vida tão atribulada, confessa: “Meu sonho de consumo é deitar numa rede e não fazer nada”.

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    22/03/2005 0h00

    O currículo da atriz Maitê Proença é vasto: são 15 novelas, 15 filmes, algumas peças de teatro. Mas ela não se cansa: resolveu enveredar pelos caminhos da literatura. A atriz reuniu crônicas, publicadas em 2003 e 2004 pela revista Época, no livro Entre Ossos e a Escrita (Editora Ediouro). O lançamento será hoje, às 19h30, no Conjunto Cultural da Caixa.

    Maitê Proença escreve há vários anos, mas não havia pensado em publicar livros. “Tenho uma relação epistolar com a escrita porque estudei no exterior e escrevia muitas cartas. Até hoje, na era da internet, eu as escrevo”, conta. Maitê revela que o ex-marido, Paulo Marinho, havia sugerido a publicação de seus textos em jornal. Ela, porém, recusou a proposta: “Não queria dar minha cara a tapa para ganhar tão pouco”. A decisão de publicar o livro surgiu após dois anos como colunista da Época.

    Entre Ossos e a Escrita trata de amor, lembranças de família, viagens e inquietações. “Outro dia, o Cony (Carlos Heitor Cony, escritor) me disse que, na apresentação do meu livro, ele não falou sobre a variedade temática. Geralmente há um tema, mas eu tenho vários”, afirma.

    Na maioria dos textos, há uma pitada de humor. Em Papai e a Urna, por exemplo, a atriz conta, de forma engraçada, o trágico episódio de lançar as cinzas do pai ao mar. Já a crônica O Amor é Brega é um relato do momento em que Maitê envia a Roberto Carlos a letra de uma música para possível gravação.

    Escrever outro livro está nos planos da atriz. Mas com uma condição: “Vou publicá-lo se a minha empregada parar de bater à porta do escritório para dizer que o encanador chegou. Preciso fazer um treinamento de guerra com ela”, brinca. Maitê afirma que, para expressar suas inquietações, é necessário tranqüilidade. “Se me proponho a escrever, a resgatar o que há lá dentro, e eu sei que há, preciso de silêncio”, revela.

    Além de se envolver com literatura, a atriz grava a próxima novela das sete, A Lua me Disse, de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa. Outras atividades são a participação em dois longa-metragens e palestras sobre temas retratados no livro. Com a vida tão atribulada, confessa: “Meu sonho de consumo é deitar numa rede e não fazer nada”.

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