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Mais artistas produzem CDs no DF

Arquivo Geral

08/12/2005 0h00

Está crescendo o número de artistas brasilienses que não precisam mais sair da capital federal para produzirem seus discos. Criada há dois anos, a Discompany, do guitarrista Kiko Péres (ex-Natiruts), lança novos artistas do cenário musical de Brasília. Hoje, a partir das 19h, na Discoteca 2001 (107 Norte), haverá um pocket-show com Capitão do Cerrado, Superaudio, Jyothu, Tuka Villa-Lobos e Kiko Péres apresentando os mais recentes trabalhos.

A primeira produção musical de Kiko foi em 1999, no CD da banda Mira Reggae. Depois, participou da co-produção do quarto disco do Natiruts (quando já tinha deixado a banda), ao lado do produtor Tom Capone (falecido no ano passado em um acidente de moto). Em 2003, trabalhou na produção musical do CD Loba, de Tuka Villa-Lobos, sobrinha-neta do maestro Heitor Villa-Lobos, que veio de Ribeirão Preto para tocar rock na capital federal. “Foi quando lancei o selo Discompany. Depois lancei o meu CD também pelo selo”, lembra Kiko.

Para o guitarrista, o trabalho de Tuka lembra um pouco o rock´n´roll de Rita Lee. O CD possui letras de sua própria autoria e também de parceiros como o astrólogo Francisco Seabra, Renato de Carvalho, Remy Portilho e Ruy Carlos Tolentino.

Outro lançamento é o CD da banda Capitão do Cerrado. “Eles fazem um rock pop com influência de reggae, e está sendo muito bem aceito”, diz Kiko. O show de lançamento será dia 16 de dezembro, na boate Macadâmia.

A antiga banda Birinight trocou de nome e lança o primeiro CD como Superaudio. “Como estavam fazendo um trabalho novo, diferente do que faziam antes, resolveram rebatizar a banda”, explica Péres. “Eles estão com um som mais rock do que eles vinham fazendo, lembra um pouco o rock Brasília dos anos 80”, completa.

Saindo um pouco do rock, Kiko produziu o CD do cantor Jyoti. O som, que mistura os ritmos do Brasil e da Índia, é a união dos mantras e da sonoridade indiana e brasileira. “Ele faz uma mistura muito legal, tem mantra reggae, mantra rap. O show de lançamento, na semana passada, foi um sucesso”, diz Kiko Péres.

Depois de lançar o próprio CD ao vivo, gravado no Teatro Nacional, o guitarrista prepara o lançamento do seu primeiro DVD, no próximo dia 20 de dezembro. O trabalho reúne quatro apresentações diferentes.

Para Kiko, está sendo ótima ter a experiência como produtor musical, uma maneira de mostrar a qualidade da música feita no DF. O objetivo é fazer de Brasília um pólo produtor, para que os artistas não tenham que sair da cidade para terem um trabalho de qualidade. “A gente vê muitos talentos surgirem aqui, mas muitas vezes as gravações deixavam a desejar, as bandas tinham que ir para Rio ou São Paulo”, explica. “Com o nosso selo, com outros produtores, estamos conseguindo mostrar que a música daqui pode ser feita com qualidade”, acrescenta.

O resultado desses primeiros trabalhos da Discompany surpreendem o músico. “Estamos satisfeitos, todos foram bem aceitos nas rádios”, revela. “Queremos também fazer com que o público brasiliense consuma música produzida na cidade”, diz Kiko.

serviço

Pocket-show – Lançamento dos CDs dos artistas brasilienses Capitão do Cerrado, Superaudio, Tuka Villa-Lobos, Jyothu e Kiko Péres. Hoje, às 19h, na Discoteca 2001 (107 Norte).

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    08/12/2005 0h00

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    A primeira produção musical de Kiko foi em 1999, no CD da banda Mira Reggae. Depois, participou da co-produção do quarto disco do Natiruts (quando já tinha deixado a banda), ao lado do produtor Tom Capone (falecido no ano passado em um acidente de moto). Em 2003, trabalhou na produção musical do CD Loba, de Tuka Villa-Lobos, sobrinha-neta do maestro Heitor Villa-Lobos, que veio de Ribeirão Preto para tocar rock na capital federal. “Foi quando lancei o selo Discompany. Depois lancei o meu CD também pelo selo”, lembra Kiko.

    Para o guitarrista, o trabalho de Tuka lembra um pouco o rock´n´roll de Rita Lee. O CD possui letras de sua própria autoria e também de parceiros como o astrólogo Francisco Seabra, Renato de Carvalho, Remy Portilho e Ruy Carlos Tolentino.

    Outro lançamento é o CD da banda Capitão do Cerrado. “Eles fazem um rock pop com influência de reggae, e está sendo muito bem aceito”, diz Kiko. O show de lançamento será dia 16 de dezembro, na boate Macadâmia.

    A antiga banda Birinight trocou de nome e lança o primeiro CD como Superaudio. “Como estavam fazendo um trabalho novo, diferente do que faziam antes, resolveram rebatizar a banda”, explica Péres. “Eles estão com um som mais rock do que eles vinham fazendo, lembra um pouco o rock Brasília dos anos 80”, completa.

    Saindo um pouco do rock, Kiko produziu o CD do cantor Jyoti. O som, que mistura os ritmos do Brasil e da Índia, é a união dos mantras e da sonoridade indiana e brasileira. “Ele faz uma mistura muito legal, tem mantra reggae, mantra rap. O show de lançamento, na semana passada, foi um sucesso”, diz Kiko Péres.

    Depois de lançar o próprio CD ao vivo, gravado no Teatro Nacional, o guitarrista prepara o lançamento do seu primeiro DVD, no próximo dia 20 de dezembro. O trabalho reúne quatro apresentações diferentes.

    Para Kiko, está sendo ótima ter a experiência como produtor musical, uma maneira de mostrar a qualidade da música feita no DF. O objetivo é fazer de Brasília um pólo produtor, para que os artistas não tenham que sair da cidade para terem um trabalho de qualidade. “A gente vê muitos talentos surgirem aqui, mas muitas vezes as gravações deixavam a desejar, as bandas tinham que ir para Rio ou São Paulo”, explica. “Com o nosso selo, com outros produtores, estamos conseguindo mostrar que a música daqui pode ser feita com qualidade”, acrescenta.

    O resultado desses primeiros trabalhos da Discompany surpreendem o músico. “Estamos satisfeitos, todos foram bem aceitos nas rádios”, revela. “Queremos também fazer com que o público brasiliense consuma música produzida na cidade”, diz Kiko.

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    Pocket-show – Lançamento dos CDs dos artistas brasilienses Capitão do Cerrado, Superaudio, Tuka Villa-Lobos, Jyothu e Kiko Péres. Hoje, às 19h, na Discoteca 2001 (107 Norte).

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