“Nunca teria um filho como produção independente”, afirma a atriz, analisando o comportamento de Yara. “Acho uma ousadia. Quando quis ser mãe, foi uma coisa pensada, desejada, com meu marido na época. Mas há muitas mulheres que não conseguem casar ou não encontram o homem ideal para ter um filho. Então, nesse caso, se a mulher quer ser mãe e pode assumir a criança sozinha, acho que tem de ter”.
Helena destaca que a semelhança entre ela e Yara se resume ao fato de ambas gostarem de ser mães. “É impressionante como chega um momento na vida da mulher em que o sentimento de maternidade fica forte”, avalia. “Aos 27 anos, comecei a ter muita vontade de ser mãe. Ficava emocionada ao ver grávidas e crianças. Com 31, tive o Pedro”.
Sobre os planos para 2005, ela acaba entregando alguns: “No teatro, é um texto de Molière, As Preciosas Ridículas. No cinema, roteiro de um diretor de São Paulo, André Sturman, Bodas de Papel. Ele me mandou o texto há um ano. Fazer cinema é um sonho antigo, estou torcendo para que aconteça. Todo mundo que conheço que já fez me diz que é uma delícia”. Quanto à possibilidade de uma nova novela, por enquanto não se cogita. Ou talvez seja informação guardada.