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Mãe de Pedrinho compara ficção e realidade

Arquivo Geral

08/12/2004 0h00

O caso Pedrinho, que serviu de inspiração para Aguinaldo Silva, autor de Senhora do Destino, teve muito do que está sendo mostrado agora na televisão. Maria Auxiliadora R. B. Pinto, a Lia, a mãe biológica do menino, roubado quando ainda era bebê, conta que o reencontro com o filho, 16 anos depois, não foi fácil.

“Houve essa mesma rejeição que está sendo mostrada na novela. É natural. É uma pessoa desconhecida que chega na vida da outra e que vai mudar tudo”, avalia Auxiliadora.

Ela lembra que o relacionamento com o pai, Jayro, foi mais fácil. “Comigo, não. Sofri para caramba. Queria botar para fora todo aquele sentimento, e ele recuava. Eu não queria que fosse nada forçado”, conta a mãe de Pedrinho.

Por isso é que todas as vontades do menino, hoje com 18 anos, foram respeitadas pela família. A primeira vez que Lia foi chamada de mãe por Pedrinho foi no Dia das Mães de 2003, seis meses após o reencontro. “Ele me escreveu uma carta na qual dizia que me amava e explicava sua timidez. Deu para um jornal daqui de Brasília publicar. Fiquei muito feliz”´, conta.

Lia conta que, a partir dali, passou a se sentir segura. Mesmo tendo o direito de levar o menino para viver em sua casa, ela e o marido decidiram deixá-lo à vontade para escolher. “Ele tomou a decisão e veio nos perguntar se estávamos prontos. Nós nos preparamos para aquilo a vida toda. Hoje, ele é carinhoso. Soltou todas as amarras”.

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    08/12/2004 0h00

    O caso Pedrinho, que serviu de inspiração para Aguinaldo Silva, autor de Senhora do Destino, teve muito do que está sendo mostrado agora na televisão. Maria Auxiliadora R. B. Pinto, a Lia, a mãe biológica do menino, roubado quando ainda era bebê, conta que o reencontro com o filho, 16 anos depois, não foi fácil.

    “Houve essa mesma rejeição que está sendo mostrada na novela. É natural. É uma pessoa desconhecida que chega na vida da outra e que vai mudar tudo”, avalia Auxiliadora.

    Ela lembra que o relacionamento com o pai, Jayro, foi mais fácil. “Comigo, não. Sofri para caramba. Queria botar para fora todo aquele sentimento, e ele recuava. Eu não queria que fosse nada forçado”, conta a mãe de Pedrinho.

    Por isso é que todas as vontades do menino, hoje com 18 anos, foram respeitadas pela família. A primeira vez que Lia foi chamada de mãe por Pedrinho foi no Dia das Mães de 2003, seis meses após o reencontro. “Ele me escreveu uma carta na qual dizia que me amava e explicava sua timidez. Deu para um jornal daqui de Brasília publicar. Fiquei muito feliz”´, conta.

    Lia conta que, a partir dali, passou a se sentir segura. Mesmo tendo o direito de levar o menino para viver em sua casa, ela e o marido decidiram deixá-lo à vontade para escolher. “Ele tomou a decisão e veio nos perguntar se estávamos prontos. Nós nos preparamos para aquilo a vida toda. Hoje, ele é carinhoso. Soltou todas as amarras”.

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