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<i>Garfield 2</i> traz aventuras do famoso gato em Londres

Arquivo Geral

15/06/2006 0h00

A melhor notícia de Garfield 2, que estréia nesta sexta-feira, é que o segundo filme baseado no preguiçoso e mordaz gato das tirinhas desenhadas pelo americano Jim Davis é melhor do que o original, de 2004.

Mas ainda falta muito para o Garfield do cinema atingir o mesmo nível de cinismo e humor obscuro do personagem dos quadrinhos. E isso por uma razão bem simples – o longa é voltado para o público infantil, tanto que estréia apenas em cópias dubladas.

O roteiro, um pouco mais elaborado em relação ao do primeiro filme, aborda o manjado tema da troca de identidade. O dono do Garfield, John (Breckin Meyer), pensa em pedir sua namorada, a veterinária Liz (Jennifer Love Hewitt), em casamento.

Contrariado, Garfield faz de tudo para atrapalhar. Mas ele nem precisa se dar ao trabalho, já que ela está de malas prontas rumo a Londres para uma série de conferências. É aí que o apaixonado John resolve agir e decide ir atrás da amada, deixando Garfield e o cão Oddie em uma clínica. O irrequieto gato acaba fugindo do lugar, seguido por Oddie, e logo a turma toda está aprontando em Londres.

Do outro lado do Atlântico, uma nobre ricaça morre e deixa seus bens para o seu gato, Prince, que estranhamente tem a mesma cara de Garfield, porém, acrescido da fleuma britânica. Um parente da falecida resolve dar um fim no gato para ficar com a herança. Mas não será fácil, pois uma série de confusões faz os dois gatos trocarem de lugar.

A história, nada complexa, deve garantir uma hora e meia de diversão. A animação do felino também está mais eficiente, dando-lhe ares mais naturais. Ainda assim, o apelo dos animais de verdade, como Oddie e os bichos da fazenda inglesa, é bem maior do que o do desenho em algumas cenas.

Assim como o primeiro filme, Garfield 2 tem chances de frustrar os fãs mais ardorosos do personagem das tirinhas.

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