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<i>30 Dias de Noite</i> faz bom terror

Arquivo Geral

07/12/2007 0h00

Vampiros e expressionismo são duas forças da escuridão que se alimentam desde a aparição do Nosferatu de F. W. Murnau nos anos 20. Ao adaptar as fortes imagens feitas por Ben Templesmith para a HQ 30 Dias de Noite, o diretor David Slade conseguiu preservar suas nuances essenciais, fundadas no uso expressivo das sombras e, sobretudo, na exploração pictórica do vermelho nas inúmeras cenas de sangue.

30 Dias de Noite é antes um filme de terror clássico que utiliza elementos tradicionais como a claustrofobia e o escuro, e que pode parecer ineficaz para as platéias adestradas pelo espetáculo das vísceras de Jogos Mortais. Pois o que interessa aqui nem são os sustos, mas a criação de um espaço em que os negros e os vermelhos da morte encontram na brancura da neve o fundo perfeito para revelarem sua beleza.

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