Sensação da música romântica e sertaneja, o cantor goiano Leonardo é destaque de hoje à noite na cidade. O show dançante, promovido pelo Jornal de Brasília, começa às 21h, no Ginásio Nilson Nelson, prometendo emocionar corações apaixonados e, ao mesmo tempo, agitar o público brasiliense.
O roteiro musical é dividido em duas partes, sendo a primeira mais romântica e a segunda mais agitada. De acordo com o produtor de Leonardo, José Romão, o repertório é recheado de canções de sucesso da dupla sertaneja (com Leandro) e músicas atuais de Leonardo.
“O Leonardo vem aprimorando seu trabalho com novidades, sem jamais abandonar a raiz sertaneja”, comenta. Segundo Romão, como o cantor é muito brincalhão, a interação com o público é marca de todos os espetáculos.
Depois do falecimento do irmão Leandro em 1998, o cantor goiano decidiu continuar a carreira artística. Até o momento, já foram gravados seis discos (Tempo, Leonardo ao Vivo, Quero Colo, Todas as Coisas do Mundo, Todas as Coisas do Mundo ao Vivo e Eu te Amo Demais), todos misturando pop romântico com músicas vibrantes.
Em novembro, Leonardo vai iniciar uma nova turnê para divulgar seu sétimo CD, Brincadeira Tem Hora, com músicas que já fazem sucesso nas rádios. Cantando as alegrias e tristezas do amor, Leonardo é considerado um dos donos das vozes mais belas e doces já surgidas na música popular brasileira.
Com cinco filhos e feliz da vida em sua solteirice, o cantor é o segundo filho homem do casal Avelino Virgulino da Costa e Carmen Divina da Silva. No cartório, está registrado como Emeral Eterno, detalhe desconhecido por muitos fãs.
A carreira foi iniciada em 1983 junto ao irmão, com o sucesso da música Entre Tapas e Beijos, quando eles saíram das plantações de tomates em Goianápolis em direção à fama. A partir daí, a dupla sertaneja adquiriu espaço no mercado musical e ganhou uma legião de fãs em todo o Brasil. Leonardo deu continuidade a esse trabalho e faz jus ao carinho dos fãs por manter a característica original da dupla, que é a de cantar as coisas do coração sem ceder muito a imposições comerciais da conveniência das gravadoras. Faz parte do que resta de autêntico nos sertanejos pós-anos 80.