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Leite materno significa saúde

Arquivo Geral

10/07/2004 0h00

Nos seis primeiros meses de vida, o único alimento de que o bebê precisa para crescer sadio é o leite materno. Todos os nutrientes estão ali. O neném não necessita nem mesmo de água. O leite materno também pode evitar que, no futuro, a pessoa sofra diversos problemas de saúde. Para divulgar cada vez mais a importância do hábito de amamentar, o Ministério da Saúde está reestruturando a Política Nacional de Aleitamento Materno. Até o final do ano, serão inaugurados mais 15 bancos de leite humano no País.

No segundo semestre, o governo promove o 4º Congresso Internacional de Bancos de Leite Humano – o segundo realizado no Brasil –, a Semana Mundial de Amamentação e o Dia Nacional da Doação de Leite Humano. Também este ano serão lançados o Programa de Educação a Distância em Bancos de Leite Humano e Aleitamento Materno e as diretrizes nacionais para a promoção da amamentação nas unidades básicas de saúde.

A Política Nacional de Aleitamento Materno tem como prioridade o crescimento qualitativo e quantitativo dos bancos de leite e a redução da mortalidade neonatal. Até o final do ano, o governo vai implantar dez bancos nas regiões Norte e Nordeste e cinco no Centro-Oeste. Todos eles integram o Sistema Único de Saúde (SUS). Para implantá-los, o Ministério da Saúde compra os equipamentos e treina os profissionais.

Outra meta é a promoção da amamentação nas unidades básicas de saúde do SUS. Os profissionais dessas unidades receberão treinamento para que incentivem o aleitamento, a exemplo da rede de Hospitais Amigos da Criança. Essa rede teve origem em 1992, quando o Brasil iniciou a promoção do aleitamento materno nos hospitais com maternidades.

Apoio A iniciativa foi proposta pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). São Hospitais Amigos da Criança aqueles que trabalham com excelência o apoio e a proteção ao aleitamento materno.

“Para ser um Amigo da Criança, o hospital precisa cumprir dez passos estabelecidos pelo Unicef e pela OMS e outros cinco requisitos do Ministério da Saúde”, explica a coordenadora da Política Nacional de Aleitamento Materno do ministério, Sônia Salviano. As metas incluem manter a taxa de cesarianas em nível aceitável (em torno de 25%, dependendo da pactuação do hospital com o estado ou o município).

As ações de humanização do pré-natal e nascimento – como permitir um acompanhante para a mãe da internação até a alta – também entram na lista dos requisitos. A humanização trouxe como uma das conquistas a abolição dos berçários. Hoje, os bebês ficam o tempo inteiro junto às mães. Com a Política Nacional de Aleitamento, chupetas e mamadeiras também foram banidas das maternidades. Esses objetos atrapalham a amamentação. A política também exclui dos hospitais que realizam partos qualquer leite que não seja o materno.

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    Leite materno significa saúde

    Arquivo Geral

    10/07/2004 0h00

    Nos seis primeiros meses de vida, o único alimento de que o bebê precisa para crescer sadio é o leite materno. Todos os nutrientes estão ali. O neném não necessita nem mesmo de água. O leite materno também pode evitar que, no futuro, a pessoa sofra diversos problemas de saúde. Para divulgar cada vez mais a importância do hábito de amamentar, o Ministério da Saúde está reestruturando a Política Nacional de Aleitamento Materno. Até o final do ano, serão inaugurados mais 15 bancos de leite humano no País.

    No segundo semestre, o governo promove o 4º Congresso Internacional de Bancos de Leite Humano – o segundo realizado no Brasil –, a Semana Mundial de Amamentação e o Dia Nacional da Doação de Leite Humano. Também este ano serão lançados o Programa de Educação a Distância em Bancos de Leite Humano e Aleitamento Materno e as diretrizes nacionais para a promoção da amamentação nas unidades básicas de saúde.

    A Política Nacional de Aleitamento Materno tem como prioridade o crescimento qualitativo e quantitativo dos bancos de leite e a redução da mortalidade neonatal. Até o final do ano, o governo vai implantar dez bancos nas regiões Norte e Nordeste e cinco no Centro-Oeste. Todos eles integram o Sistema Único de Saúde (SUS). Para implantá-los, o Ministério da Saúde compra os equipamentos e treina os profissionais.

    Outra meta é a promoção da amamentação nas unidades básicas de saúde do SUS. Os profissionais dessas unidades receberão treinamento para que incentivem o aleitamento, a exemplo da rede de Hospitais Amigos da Criança. Essa rede teve origem em 1992, quando o Brasil iniciou a promoção do aleitamento materno nos hospitais com maternidades.

    Apoio A iniciativa foi proposta pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). São Hospitais Amigos da Criança aqueles que trabalham com excelência o apoio e a proteção ao aleitamento materno.

    “Para ser um Amigo da Criança, o hospital precisa cumprir dez passos estabelecidos pelo Unicef e pela OMS e outros cinco requisitos do Ministério da Saúde”, explica a coordenadora da Política Nacional de Aleitamento Materno do ministério, Sônia Salviano. As metas incluem manter a taxa de cesarianas em nível aceitável (em torno de 25%, dependendo da pactuação do hospital com o estado ou o município).

    As ações de humanização do pré-natal e nascimento – como permitir um acompanhante para a mãe da internação até a alta – também entram na lista dos requisitos. A humanização trouxe como uma das conquistas a abolição dos berçários. Hoje, os bebês ficam o tempo inteiro junto às mães. Com a Política Nacional de Aleitamento, chupetas e mamadeiras também foram banidas das maternidades. Esses objetos atrapalham a amamentação. A política também exclui dos hospitais que realizam partos qualquer leite que não seja o materno.

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