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Karina Bacchi conta sua história

Arquivo Geral

30/09/2004 0h00

Karina Bacchi costuma brincar que, primeiro, deu vida a uma Barbie, quando fez a perua Pâmela, na novela Agora É Que São Elas. Depois, veio a menina superpoderosa Tina, em Da Cor do Pecado. Agora, ela mesma é a heroína. Em Felizka (Editora Edelbra, R$ 34, 52 páginas), estréia da atriz como escritora, Karina se inspirou nela para criar a protagonista da história.

“A personagem foi mesmo baseada em mim. Queria passar para as crianças, de forma lúdica, a mensagem de que cada um pode ajudar o outro da sua maneira”, ensina.

Karina explica como surgiu o nome da personagem que dá título ao livro: “Não teve nada a ver com a Mamuska (personagem de Rosi Campos em Da Cor do Pecado). Quis juntar a palavra feliz ao Ka, do meu nome. Meu lado mais feliz está exposto no livro. Eu me considero mesmo uma pessoa feliz, sou grata por tudo que tenho”.

Ela descarta estar fazendo imagem: “Muita gente procura a fama pela fama. Estou na mídia e sei que tenho responsabilidade social. Não estou ganhando nada com o livro, só satisfação”.

A renda de Felizka irá para a ONG Renascer, mantida pela mãe da atriz há 18 anos, numa favela em São Paulo. “Espero que desse trabalho surjam novas edições. Minha idéia com o próximo livro seria ajudar outra instituição, como a Sociedade Viva Cazuza”, adianta Karina.

Perto do completar 28 anos, no dia 8, Karina brinca dizendo que não está vivendo seu inferno astral, com a proximidade do aniversário. “Digo que estou no meu céu astral”, diverte-se a atriz, que mostrou os desenhos de heroínas que costuma fazer para o ilustrador Paulo Zilberman. “Meus traços serviram de esboço do que eu imaginava das ilustrações. Eu me via naqueles desenhos. Minha essência está naquela boneca”.

novos planos Na televisão, pode surgir uma mudança de rumos. “Tenho convite da Globo e de outra emissora”, adianta. “Dentro de duas semanas vou me definir”.

Enquanto isso, ela aproveita para lançar seu produto na mídia. Nesta semana, por exemplo, Karina foi uma das convidadas do programa de Hebe Camargo, no SBT. “Quando ela me anunciou dizendo que eu era bonita por dentro e por fora, entrei no palco com vontade de chorar”, confessa a atriz.

No momento, o que mais interessa à atriz é falar sobre o livro. “Tinha muita história escrita que juntava e algumas coisas dos meus diários, e foi só juntar e pensar em um fim”, revela. “Sempre fui uma criança que gostou de contos de fadas com final feliz, mas que passassem mensagem. Sinto falta disso. A idéia de como expressar o conceito do meu livro nasceu naturalmente”. Nasce uma autora?

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    30/09/2004 0h00

    Karina Bacchi costuma brincar que, primeiro, deu vida a uma Barbie, quando fez a perua Pâmela, na novela Agora É Que São Elas. Depois, veio a menina superpoderosa Tina, em Da Cor do Pecado. Agora, ela mesma é a heroína. Em Felizka (Editora Edelbra, R$ 34, 52 páginas), estréia da atriz como escritora, Karina se inspirou nela para criar a protagonista da história.

    “A personagem foi mesmo baseada em mim. Queria passar para as crianças, de forma lúdica, a mensagem de que cada um pode ajudar o outro da sua maneira”, ensina.

    Karina explica como surgiu o nome da personagem que dá título ao livro: “Não teve nada a ver com a Mamuska (personagem de Rosi Campos em Da Cor do Pecado). Quis juntar a palavra feliz ao Ka, do meu nome. Meu lado mais feliz está exposto no livro. Eu me considero mesmo uma pessoa feliz, sou grata por tudo que tenho”.

    Ela descarta estar fazendo imagem: “Muita gente procura a fama pela fama. Estou na mídia e sei que tenho responsabilidade social. Não estou ganhando nada com o livro, só satisfação”.

    A renda de Felizka irá para a ONG Renascer, mantida pela mãe da atriz há 18 anos, numa favela em São Paulo. “Espero que desse trabalho surjam novas edições. Minha idéia com o próximo livro seria ajudar outra instituição, como a Sociedade Viva Cazuza”, adianta Karina.

    Perto do completar 28 anos, no dia 8, Karina brinca dizendo que não está vivendo seu inferno astral, com a proximidade do aniversário. “Digo que estou no meu céu astral”, diverte-se a atriz, que mostrou os desenhos de heroínas que costuma fazer para o ilustrador Paulo Zilberman. “Meus traços serviram de esboço do que eu imaginava das ilustrações. Eu me via naqueles desenhos. Minha essência está naquela boneca”.

    novos planos Na televisão, pode surgir uma mudança de rumos. “Tenho convite da Globo e de outra emissora”, adianta. “Dentro de duas semanas vou me definir”.

    Enquanto isso, ela aproveita para lançar seu produto na mídia. Nesta semana, por exemplo, Karina foi uma das convidadas do programa de Hebe Camargo, no SBT. “Quando ela me anunciou dizendo que eu era bonita por dentro e por fora, entrei no palco com vontade de chorar”, confessa a atriz.

    No momento, o que mais interessa à atriz é falar sobre o livro. “Tinha muita história escrita que juntava e algumas coisas dos meus diários, e foi só juntar e pensar em um fim”, revela. “Sempre fui uma criança que gostou de contos de fadas com final feliz, mas que passassem mensagem. Sinto falta disso. A idéia de como expressar o conceito do meu livro nasceu naturalmente”. Nasce uma autora?

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