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Júri popular tende aos sem-teto

Arquivo Geral

29/11/2005 0h00

A agonia dos sem-teto do centro de São Paulo parece ter sensibilizado a platéia do 38º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e pode, pelo terceiro ano consecutivo, brindar um documentário como o melhor filme da mostra.

Enquete feita pela equipe do Caderno Viva! do Jornal de Brasília durante os cinco primeiros dias de festival, que divulga hoje os vencedores na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional – excluindo as produções exibidas ontem à noite –, aponta o longa-metragem À Margem do Concreto, do diretor Evaldo Mocarzel, como vencedor do Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular, com boa margem sobre o segundo colocado, A Concepção, do brasiliense José Eduardo Belmonte.

Entre os curtas, a vitória seria de O Som da Luz do Trovão, dos pernambucanos Petrônio Lorena e Tiago Zcorza, seguido de Rapsódia Para um Homem Comum, do também pernambucano Camilo Cavalcante.

Durante os cinco primeiros dias do festival foram ouvidas 592 pessoas, com média diária de 118 espectadores. À Margem do Concreto, exibido na noite de quinta-feira, obteve 15,2% da preferência do público. A Concepção desponta com 12,5%. Em terceiro lugar ficaria Depois Daquele Baile, de Roberto Bomtempo, com 10,97%.

Dentre os curtas, a vitória de O Som da Luz do Trovão se daria com 13,51% da preferência, seguido de Rapsódia Para um Homem Comum (13%) e De Glauber Para Jirges, de André Ristum (12%).

Entre os filmes de pior avaliação por parte do público, de acordo com a enquete, o longa-metragem Incuráveis, de Gustavo Acioli, obteve 8,61%. O curta com menor cotação foi À Espera da Morte, de André Luís da Cunha, com a Cia de Comédia Os Melhores do Mundo, com 3,7%.

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    Enquete feita pela equipe do Caderno Viva! do Jornal de Brasília durante os cinco primeiros dias de festival, que divulga hoje os vencedores na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional – excluindo as produções exibidas ontem à noite –, aponta o longa-metragem À Margem do Concreto, do diretor Evaldo Mocarzel, como vencedor do Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular, com boa margem sobre o segundo colocado, A Concepção, do brasiliense José Eduardo Belmonte.

    Entre os curtas, a vitória seria de O Som da Luz do Trovão, dos pernambucanos Petrônio Lorena e Tiago Zcorza, seguido de Rapsódia Para um Homem Comum, do também pernambucano Camilo Cavalcante.

    Durante os cinco primeiros dias do festival foram ouvidas 592 pessoas, com média diária de 118 espectadores. À Margem do Concreto, exibido na noite de quinta-feira, obteve 15,2% da preferência do público. A Concepção desponta com 12,5%. Em terceiro lugar ficaria Depois Daquele Baile, de Roberto Bomtempo, com 10,97%.

    Dentre os curtas, a vitória de O Som da Luz do Trovão se daria com 13,51% da preferência, seguido de Rapsódia Para um Homem Comum (13%) e De Glauber Para Jirges, de André Ristum (12%).

    Entre os filmes de pior avaliação por parte do público, de acordo com a enquete, o longa-metragem Incuráveis, de Gustavo Acioli, obteve 8,61%. O curta com menor cotação foi À Espera da Morte, de André Luís da Cunha, com a Cia de Comédia Os Melhores do Mundo, com 3,7%.

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