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Judeus criticam musa de Gibson

Arquivo Geral

02/10/2004 0h00

O papa João Paulo II está colocando mais uma vez uma personagem polêmica no caminho da santidade: uma freira mística que inspirou Mel Gibson a filmar A Paixão de Cristo. Com a cerimônia marcada para o próximo domingo, o Papa, de 84 anos, terá beatificado cerca de 1.340 pessoas, uma cifra superior a de todos os seus antecessores somados. João Paulo vai conceder a beatificação – o primeiro passo para a transformação de alguém em santo – a cinco pessoas neste domingo, entre elas Anne Catherine Emmerick, uma freira alemã doente que viveu de 1774 a 1826. Ela vem sendo chamada de a “musa de Mel Gibson” porque teria sido o seu livro, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, que forneceu ao cineasta alguns dos detalhes mais chocantes apresentados no filme A Paixão de Cristo. Apesar de o ator e diretor dizer que a produção foi fiel à Bíblia, há um retrato bastante semelhante ao que Emmerick descreve em seu livro e que seria fruto de um êxtase visionário – a cena em que Maria seca o sangue de seu filho depois da flagelação. E nenhum evangelho menciona um demônio encapuzado que incita os judeus enquanto exige a crucificação de Jesus.

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    02/10/2004 0h00

    O papa João Paulo II está colocando mais uma vez uma personagem polêmica no caminho da santidade: uma freira mística que inspirou Mel Gibson a filmar A Paixão de Cristo. Com a cerimônia marcada para o próximo domingo, o Papa, de 84 anos, terá beatificado cerca de 1.340 pessoas, uma cifra superior a de todos os seus antecessores somados. João Paulo vai conceder a beatificação – o primeiro passo para a transformação de alguém em santo – a cinco pessoas neste domingo, entre elas Anne Catherine Emmerick, uma freira alemã doente que viveu de 1774 a 1826. Ela vem sendo chamada de a “musa de Mel Gibson” porque teria sido o seu livro, A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, que forneceu ao cineasta alguns dos detalhes mais chocantes apresentados no filme A Paixão de Cristo. Apesar de o ator e diretor dizer que a produção foi fiel à Bíblia, há um retrato bastante semelhante ao que Emmerick descreve em seu livro e que seria fruto de um êxtase visionário – a cena em que Maria seca o sangue de seu filho depois da flagelação. E nenhum evangelho menciona um demônio encapuzado que incita os judeus enquanto exige a crucificação de Jesus.

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