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Juarez Moreira e sua música

Arquivo Geral

14/04/2005 0h00

O violão está presente na vida de Juarez Moreira desde quando o músico era criança. O mineiro, nascido em Guanhães, sempre soube que queria ter o instrumento como companheiro. Juarez é autodidata e aprendeu a tocar violão aos 12 anos de idade. O violinista, compositor e arranjador teve sua estréia profissional no grupo do maestro Wagner Tiso, em 1978. Logo depois, tocou ao lado de nomes como Maria Bethânia, Paulo Moura, Milton Nascimento, Nivaldo Ornelas, Lô Borges e Beto Guedes, entre outros. Morou nos Estados Unidos, onde trabalhou com os músicos Steve Sacks e Cláudio Roditi. Foi escolhido, em concurso nacional, para tocar no Free Jazz Festival em 1991. Tem vários discos e CDs gravados, além de viajar para países como Argentina, Estados Unidos, Canadá, Japão, Portugal , Itália e Finlândia, para divulgar o seu trabalho. Gravou os discos Bom Dia ( em 1989), lançado também no Japão, Estados Unidos e Europa; Nuvens Douradas, com música de Tom Jobim; Sambablues, Aquarela e Quadros Modernos (de 1998), este último, uma verdadeira aula de três gerações de violonistas mineiros, dividido com Toninho Horta e Chiquito Braga. Coleciona elogios da crítica e de artistas como Paquito Di Rivera e Wagner Tiso. Seu último CD, Juarez Moreira Solo, foi lançado em 2003. Nele, o cantor interpreta grandes compositores da música brasileira e clássicos da música internacional. O músico se apresenta hoje e amanhã, às 21h, na Sala Cássia Eller do Complexo Funarte (Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, próximo à Torre de TV). O show terá a participação do pianista Antônio Carlos Bigonha e do violinista Paulo André. Os ingressos custam R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia).

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    14/04/2005 0h00

    O violão está presente na vida de Juarez Moreira desde quando o músico era criança. O mineiro, nascido em Guanhães, sempre soube que queria ter o instrumento como companheiro. Juarez é autodidata e aprendeu a tocar violão aos 12 anos de idade. O violinista, compositor e arranjador teve sua estréia profissional no grupo do maestro Wagner Tiso, em 1978. Logo depois, tocou ao lado de nomes como Maria Bethânia, Paulo Moura, Milton Nascimento, Nivaldo Ornelas, Lô Borges e Beto Guedes, entre outros. Morou nos Estados Unidos, onde trabalhou com os músicos Steve Sacks e Cláudio Roditi. Foi escolhido, em concurso nacional, para tocar no Free Jazz Festival em 1991. Tem vários discos e CDs gravados, além de viajar para países como Argentina, Estados Unidos, Canadá, Japão, Portugal , Itália e Finlândia, para divulgar o seu trabalho. Gravou os discos Bom Dia ( em 1989), lançado também no Japão, Estados Unidos e Europa; Nuvens Douradas, com música de Tom Jobim; Sambablues, Aquarela e Quadros Modernos (de 1998), este último, uma verdadeira aula de três gerações de violonistas mineiros, dividido com Toninho Horta e Chiquito Braga. Coleciona elogios da crítica e de artistas como Paquito Di Rivera e Wagner Tiso. Seu último CD, Juarez Moreira Solo, foi lançado em 2003. Nele, o cantor interpreta grandes compositores da música brasileira e clássicos da música internacional. O músico se apresenta hoje e amanhã, às 21h, na Sala Cássia Eller do Complexo Funarte (Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, próximo à Torre de TV). O show terá a participação do pianista Antônio Carlos Bigonha e do violinista Paulo André. Os ingressos custam R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia).

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