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Isso é que é sertanejo

Arquivo Geral

06/07/2004 0h00

Começa hoje a segunda edição do Ser (tão) Brasileiro, projeto musical que reúne, no Centro Cultural Banco do Brasil, célebres intérpretes e compositores da música do sertão do País. Em 2002, participaram Elomar, Renato Teixeira, Xangai, Pena Branca, Vitor Ramil, Juraildes da Cruz e Chico Lobo.

A edição 2004 trará as irmãs Tetê e Alzira Espíndola, Carlos Navas, Viola Quebrada, Roberto Corrêa, Zé Mulato e Cassiano, Passoca e Rolando Boldrin e terá dois shows, sempre às terças-feiras. Um às 13h e outro às 21h.

A abertura hoje será com um show entre amigos. As irmãs, e amigas, Alzira e Tetê Espíndola se apresentarão ao lado do companheiro de longa data Carlos Navas. O intérprete paulistano foi empresário e produtor das irmãs sul-mato-grossenses e hoje é “afilhado” das duas.

Inédito “Será um enorme prazer participar desse projeto em Brasília, cidade onde adoro me apresentar, especialmente com Alzira e Tetê”, afirma Carlos. “Já tocamos juntos antes, mas preparamos um roteiro inédito para o show de hoje”, adianta.

Navas e as irmãs começam com a música Kikiô, composta por Geraldo Spíndola, irmão das duas. A canção fala sobre a saga dos índios do campo e da cidade. Em seguida, entre duos, tríades e solos, os artistas interpretarão clássicos como Galopeira, Shalana, Índia, Vida Cigana, Meu Primeiro Amor e sucessos da carreira solo de Tetê Spíndola. O fechamento é com a canção típica da região da fronteira com a Argentina, Merceditas, que será cantada pelos três. “A música do bis é surpresa”, diz Navas.

Autógrafo Para o artista, a participação no projeto é uma alegria e tanto. “Adorei o convite porque farei algo que não tenho costume de fazer. Não sou um cantor de música do sertão. Então, é um desafio interpretar músicas como Tristeza do Jeca, Morro Velho e Ponteio”, pensa Navas.

Como os discos deles não são muito fáceis de serem encontrados nas lojas, os artistas estarão autografando e vendendo seu trabalho no final dos shows. O público poderá ver, por exemplo, os álbuns Tanto Silêncio, de Navas, e Anahi e Spíndola Canta, de Tetê e Alzira.

Semana que vem tem o grupo paranaense Viola Quebrada e o violeiro Roberto Corrêa. Dia 20 é a vez de Zé Mulato e Cassiano e Passoca e Rolando Boldrin. Para fechar, sobe ao palco do CCBB o nome mais conhecido hoje da música sertaneja do Brasil, Rolando Boldrin.

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    06/07/2004 0h00

    Começa hoje a segunda edição do Ser (tão) Brasileiro, projeto musical que reúne, no Centro Cultural Banco do Brasil, célebres intérpretes e compositores da música do sertão do País. Em 2002, participaram Elomar, Renato Teixeira, Xangai, Pena Branca, Vitor Ramil, Juraildes da Cruz e Chico Lobo.

    A edição 2004 trará as irmãs Tetê e Alzira Espíndola, Carlos Navas, Viola Quebrada, Roberto Corrêa, Zé Mulato e Cassiano, Passoca e Rolando Boldrin e terá dois shows, sempre às terças-feiras. Um às 13h e outro às 21h.

    A abertura hoje será com um show entre amigos. As irmãs, e amigas, Alzira e Tetê Espíndola se apresentarão ao lado do companheiro de longa data Carlos Navas. O intérprete paulistano foi empresário e produtor das irmãs sul-mato-grossenses e hoje é “afilhado” das duas.

    Inédito “Será um enorme prazer participar desse projeto em Brasília, cidade onde adoro me apresentar, especialmente com Alzira e Tetê”, afirma Carlos. “Já tocamos juntos antes, mas preparamos um roteiro inédito para o show de hoje”, adianta.

    Navas e as irmãs começam com a música Kikiô, composta por Geraldo Spíndola, irmão das duas. A canção fala sobre a saga dos índios do campo e da cidade. Em seguida, entre duos, tríades e solos, os artistas interpretarão clássicos como Galopeira, Shalana, Índia, Vida Cigana, Meu Primeiro Amor e sucessos da carreira solo de Tetê Spíndola. O fechamento é com a canção típica da região da fronteira com a Argentina, Merceditas, que será cantada pelos três. “A música do bis é surpresa”, diz Navas.

    Autógrafo Para o artista, a participação no projeto é uma alegria e tanto. “Adorei o convite porque farei algo que não tenho costume de fazer. Não sou um cantor de música do sertão. Então, é um desafio interpretar músicas como Tristeza do Jeca, Morro Velho e Ponteio”, pensa Navas.

    Como os discos deles não são muito fáceis de serem encontrados nas lojas, os artistas estarão autografando e vendendo seu trabalho no final dos shows. O público poderá ver, por exemplo, os álbuns Tanto Silêncio, de Navas, e Anahi e Spíndola Canta, de Tetê e Alzira.

    Semana que vem tem o grupo paranaense Viola Quebrada e o violeiro Roberto Corrêa. Dia 20 é a vez de Zé Mulato e Cassiano e Passoca e Rolando Boldrin. Para fechar, sobe ao palco do CCBB o nome mais conhecido hoje da música sertaneja do Brasil, Rolando Boldrin.

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