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Iodo evita problemas de tireóide

Arquivo Geral

14/12/2004 0h00

No Brasil, a fortificação de alimentos surgiu na década de 50. A idéia era reduzir os distúrbios por deficiência de iodo, por meio do acréscimo de pequenas quantidades de iodo no sal. A deficiência de iodo pode causar o aumento do tamanho da tireóide, que é uma glândula localizada no pescoço, o que é conhecido como bócio ou papo. Se o papo ficar muito grande pode gerar problemas na respiração e dificuldades na hora de engolir os alimentos, bem como provocar dores e desconfortos no pescoço.

Além do papo, a deficiência de iodo pode levar ao atraso no crescimento e na capacidade de aprendizagem das crianças, bem como dano no cérebro do feto ou do recém-nascido, o que gera retardo mental, surdez, mudez e cretinismo (retardo mental grave responsável por dificuldades na fala, surdez e defeitos no corpo).

hipertensão O iodo tem como principal fonte alimentar o próprio sal iodado, que deve ser consumido sem excessos para não contribuir para outras doenças, como a hipertensão. “A fortificação de alimentos é mais uma ferramenta para a promoção da alimentação saudável, pois agrega valor nutricional a alimentos que passam a ser considerados também fontes de micronutrientes”, afirma Juliana Ubarana.

“A idéia não é fazer apologia de determinados alimentos, mas sim integrá-los à perspectiva de uma alimentação saudável: acessível, saborosa, variada, colorida, harmoniosa e segura do ponto de vista sanitário”, conclui.

Cerca de 1,5 bilhão de pessoas, ou seja, aproximadamente um terço da população mundial vive em áreas deficientes de iodo. A maioria delas vive em países em desenvolvimento na África, Ásia e América Latina. O impacto no desenvolvimento socioeconômico também é uma conseqüência evidente, além da elevação das despesas com o atendimento de saúde das populações carentes, a deficiência de iodo pode levar a altas taxas de repetência e evasão escolar.

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    14/12/2004 0h00

    No Brasil, a fortificação de alimentos surgiu na década de 50. A idéia era reduzir os distúrbios por deficiência de iodo, por meio do acréscimo de pequenas quantidades de iodo no sal. A deficiência de iodo pode causar o aumento do tamanho da tireóide, que é uma glândula localizada no pescoço, o que é conhecido como bócio ou papo. Se o papo ficar muito grande pode gerar problemas na respiração e dificuldades na hora de engolir os alimentos, bem como provocar dores e desconfortos no pescoço.

    Além do papo, a deficiência de iodo pode levar ao atraso no crescimento e na capacidade de aprendizagem das crianças, bem como dano no cérebro do feto ou do recém-nascido, o que gera retardo mental, surdez, mudez e cretinismo (retardo mental grave responsável por dificuldades na fala, surdez e defeitos no corpo).

    hipertensão O iodo tem como principal fonte alimentar o próprio sal iodado, que deve ser consumido sem excessos para não contribuir para outras doenças, como a hipertensão. “A fortificação de alimentos é mais uma ferramenta para a promoção da alimentação saudável, pois agrega valor nutricional a alimentos que passam a ser considerados também fontes de micronutrientes”, afirma Juliana Ubarana.

    “A idéia não é fazer apologia de determinados alimentos, mas sim integrá-los à perspectiva de uma alimentação saudável: acessível, saborosa, variada, colorida, harmoniosa e segura do ponto de vista sanitário”, conclui.

    Cerca de 1,5 bilhão de pessoas, ou seja, aproximadamente um terço da população mundial vive em áreas deficientes de iodo. A maioria delas vive em países em desenvolvimento na África, Ásia e América Latina. O impacto no desenvolvimento socioeconômico também é uma conseqüência evidente, além da elevação das despesas com o atendimento de saúde das populações carentes, a deficiência de iodo pode levar a altas taxas de repetência e evasão escolar.

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