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Investimento em várias frentes

Arquivo Geral

29/11/2004 0h00

O Ministério da Saúde quer investir em várias frentes para promover a eqüidade na saúde da população negra. O ministério vai apostar na educação permanente dos seus profissionais ou dos que trabalham em colaboração, para que não reproduzam atitudes preconceituosas. “Muitas vezes, o profissional demonstra racismo sem intenção, porque isso está enraizado na sua cultura e no formato de funcionamento da instituição em que trabalha”, afirma Nolasco.

O Plano Nacional de Saúde do Governo Federal inclui em sua lista de prioridades o combate à mortalidade materna e infantil, a inclusão do quesito cor nos sistemas de informação para que se obtenham mais dados sobre a saúde da população negra, o incentivo a pesquisas sobre saúde dos negros e o diagnóstico da anemia falciforme.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente o teste do pezinho, que permite, por meio da coleta de gotinhas de sangue do calcanhar do bebê, a detecção de doenças como a anemia falciforme. A Coordenação da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde está articulando a criação de uma política para ampliar e enfatizar a assistência aos portadores dessa doença.

Bem longe do meio urbano, o Ministério da Saúde, por meio da Funasa, tem levado projetos de saneamento aos cerca de dois milhões de habitantes das 743 comunidades remanescentes de quilombos existentes no Brasil. “Até por uma questão de resistência, essas comunidades conseguem viver em locais sem estradas, de difícil acesso, sem abastecimento de água e sem tratamento de esgoto”, observa Luiz Antônio Nolasco. Em 2004, a Funasa contou com orçamento de R$ 12 milhões para projetos nas comunidades remanescentes de quilombos.

Para ampliar o atendimento do Programa Saúde da Família (PSF) aos quilombolas, o Ministério da Saúde determinou que as equipes que atenderem essas populações podem receber reajustes de até 50%.

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    O Plano Nacional de Saúde do Governo Federal inclui em sua lista de prioridades o combate à mortalidade materna e infantil, a inclusão do quesito cor nos sistemas de informação para que se obtenham mais dados sobre a saúde da população negra, o incentivo a pesquisas sobre saúde dos negros e o diagnóstico da anemia falciforme.

    O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente o teste do pezinho, que permite, por meio da coleta de gotinhas de sangue do calcanhar do bebê, a detecção de doenças como a anemia falciforme. A Coordenação da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde está articulando a criação de uma política para ampliar e enfatizar a assistência aos portadores dessa doença.

    Bem longe do meio urbano, o Ministério da Saúde, por meio da Funasa, tem levado projetos de saneamento aos cerca de dois milhões de habitantes das 743 comunidades remanescentes de quilombos existentes no Brasil. “Até por uma questão de resistência, essas comunidades conseguem viver em locais sem estradas, de difícil acesso, sem abastecimento de água e sem tratamento de esgoto”, observa Luiz Antônio Nolasco. Em 2004, a Funasa contou com orçamento de R$ 12 milhões para projetos nas comunidades remanescentes de quilombos.

    Para ampliar o atendimento do Programa Saúde da Família (PSF) aos quilombolas, o Ministério da Saúde determinou que as equipes que atenderem essas populações podem receber reajustes de até 50%.

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