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Injeções estão com os dias contados

Arquivo Geral

03/07/2004 0h00

Uma equipe de cientistas americanos desenvolveu um método de aplicar remédios por meio da pele sem a necessidade de injeções com agulhas hipodérmicas, anunciou a revista BMC Medicine. A técnica, chamda de “microescisão”, utiliza uma corrente de gás para bombardear uma pequena superfície da pele com um óxido de alumínio inerte.

As partículas despejam uma camada de pele e encontram microdutos invisíveis a olho nu, em um processo que dura menos de 20 segundos. Uma das funções principais da pele é proteger o sistema biológico do mundo exterior. Portanto, a aplicação de remédios através da derme foi sempre um desafio da medicina e a única e muitas vezes dolorosa solução são as agulhas hipodérmicas.

Os pesquisadores da Divisão de Ciências e Tecnologias da Universidade de Harvard-MIT (EUA) testaram a técnica dos microdutos em um anestésico local aplicado em um grupo de voluntários. Após realizar o procedimento para criar quatro microdutos em uma área pequena, aplicaram na região um remendo embebido com o anestésico lidocaína. Em dois minutos, o local estava totalmente insensibilizado, o que demonstrou que o remédio tinha sido convenientemente aplicado, assinalaram.

O doutor James Weaver, diretor do grupo que realizou os experimentos, explicou que o efeito da anestesia dura mais em áreas onde os microdutos são mais profundos e chegam ao sangue. Weaver acrescentou que é possível que o fluxo sanguíneo impeça a propagação da lidocaína ou que a coagulação obstrua os microdutos criando uma concentração da substância.

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    03/07/2004 0h00

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    As partículas despejam uma camada de pele e encontram microdutos invisíveis a olho nu, em um processo que dura menos de 20 segundos. Uma das funções principais da pele é proteger o sistema biológico do mundo exterior. Portanto, a aplicação de remédios através da derme foi sempre um desafio da medicina e a única e muitas vezes dolorosa solução são as agulhas hipodérmicas.

    Os pesquisadores da Divisão de Ciências e Tecnologias da Universidade de Harvard-MIT (EUA) testaram a técnica dos microdutos em um anestésico local aplicado em um grupo de voluntários. Após realizar o procedimento para criar quatro microdutos em uma área pequena, aplicaram na região um remendo embebido com o anestésico lidocaína. Em dois minutos, o local estava totalmente insensibilizado, o que demonstrou que o remédio tinha sido convenientemente aplicado, assinalaram.

    O doutor James Weaver, diretor do grupo que realizou os experimentos, explicou que o efeito da anestesia dura mais em áreas onde os microdutos são mais profundos e chegam ao sangue. Weaver acrescentou que é possível que o fluxo sanguíneo impeça a propagação da lidocaína ou que a coagulação obstrua os microdutos criando uma concentração da substância.

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