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Ingleses dizem que o amor é cego

Arquivo Geral

16/06/2004 0h00

Cientistas britânicos estão tentando provar que existe um grau de verdade no antigo ditado “o amor é cego”. Pesquisadores da University College London (UCL) descobriram que os sentimentos amorosos levam à supressão da atividade em áreas do cérebro que controlam o pensamento crítico.

Aparentemente, uma vez que nos aproximamos de alguém, o cérebro reduz a necessidade de julgar o seu caráter, sua personalidade e suas emoções negativas.

O estudo, publicado na revista NeuroImage, descobriu que tanto o amor romântico quanto o amor materno produzem o mesmo efeito sobre o cérebro.

A equipe mapeou os cérebros de 20 jovens mães enquanto mostravam a elas fotos de seus filhos, dos amigos de seus filhos e de seus amigos adultos. Segundo os cientistas, os padrões de atividade cerebral eram muito semelhantes aos identificados em um estudo anterior sobre os efeitos do amor romântico.

Ambas as pesquisas registraram maior atividade no chamado “sistema de gratificação” do cérebro. Quando essas áreas são estimuladas, elas produzem sentimentos de euforia.

Segundo o chefe da equipe de cientistas, Andreas Bartels, é fundamental que tanto o amor romântico quanto o maternal funcionem no cérebro de maneira altamente positiva, já que ambos são cruciais para a preservação das espécies.

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    16/06/2004 0h00

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    Aparentemente, uma vez que nos aproximamos de alguém, o cérebro reduz a necessidade de julgar o seu caráter, sua personalidade e suas emoções negativas.

    O estudo, publicado na revista NeuroImage, descobriu que tanto o amor romântico quanto o amor materno produzem o mesmo efeito sobre o cérebro.

    A equipe mapeou os cérebros de 20 jovens mães enquanto mostravam a elas fotos de seus filhos, dos amigos de seus filhos e de seus amigos adultos. Segundo os cientistas, os padrões de atividade cerebral eram muito semelhantes aos identificados em um estudo anterior sobre os efeitos do amor romântico.

    Ambas as pesquisas registraram maior atividade no chamado “sistema de gratificação” do cérebro. Quando essas áreas são estimuladas, elas produzem sentimentos de euforia.

    Segundo o chefe da equipe de cientistas, Andreas Bartels, é fundamental que tanto o amor romântico quanto o maternal funcionem no cérebro de maneira altamente positiva, já que ambos são cruciais para a preservação das espécies.

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