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Impróprio para menores

Arquivo Geral

10/11/2003 0h00

Terceiro capítulo da trilogia El Mariachi, que teve ainda A Balada do Pistoleiro (1995), Era Uma Vez no México, em cartaz nos cinemas da cidade, é um verdadeiro desastre, do começo ao fim. O diretor Robert Rodriguez, que também assina o roteiro do longa, faz um filme repleto de cenas de violência gratuita, e que, por isso, incomodam o espectador. Os efeitos especiais explosivos, a história confusa e a possível presença da bela Salma Hayek no elenco (possível, pois ela não passa de uma lembrança de Banderas), não pagam o ingresso. Antonio Banderas teria o papel principal, do “homem sem nome” que anda por aí carregando um violão em forma de arma, fazendo justiça em um México dominado pelo tráfico. Mas eis que surge o ianque agente duplo interpretado por Johnny Depp: um papel canastrão, que toma as rédeas da trama e deixa Banderas comendo poeira, afinal de contas sua atuação é bem mais contundente que a de um tocador-atirador. Quem mandou ser espanhol? A trama, de tão complicada e confusa, acaba sendo esquecida a certa altura do filme. É como se o espectador pensasse: “Deixa pra lá essa história complicada. É melhor prestar atenção apenas nas explosões”… E assim, quando as luzes se acendem, o público agradece, por estar indo embora para casa.

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    10/11/2003 0h00

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