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Hoje tem dose dupla no Feitiço

Arquivo Geral

17/06/2004 0h00

Do berço da tradição do Bumba-meu-Boi do Maranhão saíram outros dois astros da MPB pop além de Zeca Baleiro e Rita Ribeiro. Com menos brilho, se revelaram na vanguarda tardia da música maranhense, nos anos 90, Mano Borges e César Nascimento. Nomes que merecem ser lembrados, ao menos, pela importância para a cultura do estado. Mais uma vez, a dupla mostra suas asas, discretamente, na capital federal, onde faz show hoje no Feitiço Mineiro.

Mano foi, em 2000, a grande aposta da música maranhense – de exportação para o eixo Rio-São Paulo. Naquele ano, o músico se consagrou o melhor compositor do ano de São Luís ao vender quatro mil CDs de Lera, seu quarto disco. O reboliço provocado na comunidade de São Luís despertou a atenção de Marco Mazzola, produtor de Lenine, Chico César e dos conterrâneos Baleiro e Rita. Mano Borges lançou, simultaneamente com o PetShopMundoCão de Zeca, no ano passado, seu mais recente álbum, Passagem Franca Para Caro Custou, com o qual projetou definitivamente sua carreira para uma dimensão nacional, bem como a tradição da sua música regional transfigurada em pop, por meio das músicas Os Nós, Bangladesh e o hit Essa Dona.

César Nascimento segue pela tangente o mesmo caminho de Mano Borges. Compositor nato, com sete discos gravados, não faz a mesma linha pop de seus conterrâneos. A música de César tem forte presença da percussão, integrada com poesias cantaroladas em prosa e verso. César e Mano fazem shows distintos hoje à noite no Feitiço. Ao final da apresentação de ambos, eles sobem juntos ao palco para encerrar com a canção Bela Mocidade, em homenagem aos artistas populares brasileiros.

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    Mano foi, em 2000, a grande aposta da música maranhense – de exportação para o eixo Rio-São Paulo. Naquele ano, o músico se consagrou o melhor compositor do ano de São Luís ao vender quatro mil CDs de Lera, seu quarto disco. O reboliço provocado na comunidade de São Luís despertou a atenção de Marco Mazzola, produtor de Lenine, Chico César e dos conterrâneos Baleiro e Rita. Mano Borges lançou, simultaneamente com o PetShopMundoCão de Zeca, no ano passado, seu mais recente álbum, Passagem Franca Para Caro Custou, com o qual projetou definitivamente sua carreira para uma dimensão nacional, bem como a tradição da sua música regional transfigurada em pop, por meio das músicas Os Nós, Bangladesh e o hit Essa Dona.

    César Nascimento segue pela tangente o mesmo caminho de Mano Borges. Compositor nato, com sete discos gravados, não faz a mesma linha pop de seus conterrâneos. A música de César tem forte presença da percussão, integrada com poesias cantaroladas em prosa e verso. César e Mano fazem shows distintos hoje à noite no Feitiço. Ao final da apresentação de ambos, eles sobem juntos ao palco para encerrar com a canção Bela Mocidade, em homenagem aos artistas populares brasileiros.

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