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Hipercolesterolemia é caso extremo

Arquivo Geral

30/09/2004 0h00

As doenças cardiovasculares estão entre as que mais matam no mundo. As causas dos problemas de coração são diversas, vão desde o sedentarismo (a falta de exercícios físicos) até a origem hereditária (doenças passadas pelos pais e avós) e o tabagismo. O colesterol, sem dúvida, um dos maiores causadores daquelas enfermidades.

Existem situações, provocadas por fatores genéticos, em que a taxa de colesterol ruim sobe a níveis altíssimos. É o caso dos que têm a hipercolesterolemia familiar. As pessoas que têm a doença estão incluídas no grupo de alto risco das doenças cardiovasculares, ou seja, são presas mais fáceis do infarto do miocárdio. A incidência de hipercolesterolemia familiar é de sete em cada mil pessoas.

É comum a essas pessoas terem infarto agudo entre os 40 e 50 anos de idade. E tem mais agravantes sobre esse caso extremo: a literatuta médica aponta ainda que 85% dos homens portadores desse distúrbio sofrem pelo menos um ataque cardíaco até os 60 anos. A incidência de ataques em mulheres também é alta, porém com um atraso de dez anos em relação aos homens.

A estratégia dos medicamentos de dupla inibição é indicada para essas pessoas, com problema de hipercolesterolemia familiar, e para aquelas que têm dificuldade, mesmo com toda dieta, cuidados e remédios, de baixar o colesterol ruim.

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    Hipercolesterolemia é caso extremo

    Arquivo Geral

    30/09/2004 0h00

    As doenças cardiovasculares estão entre as que mais matam no mundo. As causas dos problemas de coração são diversas, vão desde o sedentarismo (a falta de exercícios físicos) até a origem hereditária (doenças passadas pelos pais e avós) e o tabagismo. O colesterol, sem dúvida, um dos maiores causadores daquelas enfermidades.

    Existem situações, provocadas por fatores genéticos, em que a taxa de colesterol ruim sobe a níveis altíssimos. É o caso dos que têm a hipercolesterolemia familiar. As pessoas que têm a doença estão incluídas no grupo de alto risco das doenças cardiovasculares, ou seja, são presas mais fáceis do infarto do miocárdio. A incidência de hipercolesterolemia familiar é de sete em cada mil pessoas.

    É comum a essas pessoas terem infarto agudo entre os 40 e 50 anos de idade. E tem mais agravantes sobre esse caso extremo: a literatuta médica aponta ainda que 85% dos homens portadores desse distúrbio sofrem pelo menos um ataque cardíaco até os 60 anos. A incidência de ataques em mulheres também é alta, porém com um atraso de dez anos em relação aos homens.

    A estratégia dos medicamentos de dupla inibição é indicada para essas pessoas, com problema de hipercolesterolemia familiar, e para aquelas que têm dificuldade, mesmo com toda dieta, cuidados e remédios, de baixar o colesterol ruim.

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