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Grupo teatral retrata a capoeira em Brasília

Arquivo Geral

30/10/2003 0h00

Com o intuito de resgatar e divulgar a tradicional luta performática da capoeira, o grupo brasiliense Abadá apresenta a peça Gira, Gira Capoeira Brasileira, Humanizando o Mundo Afora. O espetáculo pode ser visto hoje e amanhã, às 21h, no Teatro Dulcina de Moraes, do Conic.

De acordo com o diretor do espetáculo, Marcos Terra, a idéia surgiu para mostrar o lado mais humano da arte da capoeira, acima do que representa a luta. “Não há nenhuma discriminação, é como se fosse uma família”, adianta. “Quando a pessoa entra na roda se iguala tanto na cor quanto na classe social. Isso não importa.”

A apresentação começa com a chegada dos navios negreiros ao Brasil. Nesse momento é retatado o sofrimento e também a alegria dos africanos, precursores do gênero de arte marcial. Em seguida, é são abordadas a capoeira e as crenças religiosas como um dos principais representantes da cultura africana.

O espaço central do espetáculo, portanto, é Brasília. A peça mostra os jovens capoeiristas da década de 1980, que estão deturpando os fundamentos da capoeira. O objetivo é ser pacificador e ajudar a resgatar a missão do capoeirista no País e e no mundo afora. “Resgatamos o passado, mas também mostramos a capoeira de hoje, principalmente de Brasília”, destaca Marcos Terra.

Importante notar que este espetáculo também tem um caráter social. Amanhã, às 16h, o grupo Abadá levará 450 jovens carentes das cidades do Recanto das Emas, Santa Maria e Cidade Ocidental. “É uma maneira de mostrar o lado humano da capoeira”, conclui o diretor. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5(meia).

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    Grupo teatral retrata a capoeira em Brasília

    Arquivo Geral

    30/10/2003 0h00

    Com o intuito de resgatar e divulgar a tradicional luta performática da capoeira, o grupo brasiliense Abadá apresenta a peça Gira, Gira Capoeira Brasileira, Humanizando o Mundo Afora. O espetáculo pode ser visto hoje e amanhã, às 21h, no Teatro Dulcina de Moraes, do Conic.

    De acordo com o diretor do espetáculo, Marcos Terra, a idéia surgiu para mostrar o lado mais humano da arte da capoeira, acima do que representa a luta. “Não há nenhuma discriminação, é como se fosse uma família”, adianta. “Quando a pessoa entra na roda se iguala tanto na cor quanto na classe social. Isso não importa.”

    A apresentação começa com a chegada dos navios negreiros ao Brasil. Nesse momento é retatado o sofrimento e também a alegria dos africanos, precursores do gênero de arte marcial. Em seguida, é são abordadas a capoeira e as crenças religiosas como um dos principais representantes da cultura africana.

    O espaço central do espetáculo, portanto, é Brasília. A peça mostra os jovens capoeiristas da década de 1980, que estão deturpando os fundamentos da capoeira. O objetivo é ser pacificador e ajudar a resgatar a missão do capoeirista no País e e no mundo afora. “Resgatamos o passado, mas também mostramos a capoeira de hoje, principalmente de Brasília”, destaca Marcos Terra.

    Importante notar que este espetáculo também tem um caráter social. Amanhã, às 16h, o grupo Abadá levará 450 jovens carentes das cidades do Recanto das Emas, Santa Maria e Cidade Ocidental. “É uma maneira de mostrar o lado humano da capoeira”, conclui o diretor. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5(meia).

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