Em Senhora do Destino, Plínio subiu ao altar com Angélica (Carol Castro), mas vai ver sua vida virar um inferno. Yara (Helena Ranaldi) reaparece e vai querer que Plínio crie o filho dos dois. Ao saber do bebê, Maria do Carmo manda o filho cuidar dele sozinho e Angélica começa uma greve de sexo. O autor Aguinaldo Silva conta o que acontecerá com Plínio na trama.
“Ela não vai segurar por muito tempo. A mãe dela, Belmira (Ana Rosa), a aconselha a não fazer isso mais. Mas Angélica não ouve o conselho. Como ela vê que Plínio está dedicado ao filho com a outra, ela vai se queixar a Maria do Carmo. A sogra pergunta se ela está tão incomodada com isso, por que não tem um filho dele. Então, ela deixa a greve de sexo. Isso não demora muito, no máximo uns cinco capítulos”, explica o autor.
Ele adianta que por Plínio estar totalmente ocupado com o filho, será fiel à mulher. Eventualmente, ele tentará se insinuar para Yara, mas ela não quer saber dele. “A fase dele de garanhão acabou. Primeiro por exigência de Angélica e depois pela dedicação ao filho. Minha intenção é, por causa da criança, Plínio finalmente amadurecer e se tornar um homem sério”, diz Aguinaldo Silva.
O escritor está gostando do desempenho do Dado Dolabella como Plínio. “Gosto muito da atuação dele. Dado é um ator moderno, que consegue passar uma vontade total de trabalhar, não faz o menor esforço para entrar no personagem. Faz parte de uma geração de atores que têm postura descontraída e isso é muito positivo”, pensa.
Sobre as próximas cenas, Aguinaldo adianta: “Quando o Plínio sabe do filho, fica atônito e, na hora em que vai colocar a aliança em Angélica no altar, parece que tem uma alucinação. Todo mundo acha que ele vai desistir do casamento.”
Para Dado Dolabella, há diferenças entre ele e o personagem. “O Plínio é legal porque mostra para as pessoas que elas precisam ter uma preocupação com o futuro. Ele é diferente de mim justamente na preocupação com a vida, na responsabilidade”, disse.