Os compulsivos sexuais podem adicionar ao seu comportamento algumas atitudes que costumam agravar a doença e torná-la inaceitavel para os padrões da sociedade. Entre elas estão a masturbação compulsiva, pedofilia (abuso sexual de crianças), prostituição, o exibicionismo, voyeurismo e estupro.
Nestes casos graves, a compulsão coloca outras pessoas em risco, como nas situações de abuso sexual e estupro. Aqui, o tratamento é feito com remédios à base de hormônios (progesterona). Estes medicamentos ajudar a inibir o desejo sexual.
Menos grave, mas de qualquer forma preocupante, é a nova modalidade de compulsão sexual que surgiu com o advento da internet. É o que se chama de compulsão sexual virtual. Estudos mostram que existem hoje mais de 2 milhões de pessoas, que passam de 15 a 25 horas em frente a um computador navegando em sites de sexo.
Vários estudos têm sido feitos com compulsivos sexuais. Um dos mais conhecidos é o realizado por Black e cols, que analisou 36 pessoas com Comportamento Sexual Compulsivo. Segundo a revista especializada Neuropsiconews, percebeu-se, segundo aquela pesquisa, que as pessoas se sentem culpadas pelo seu comportamento. A maioria, 92%, estava realmente preocupada com seus desejos exagerados e com as persistentes fantasias sexuais.
O resultado mostrou ainda que a maior parte delas, 72%, procurava resistir ao comportamento sexualizado, mas não conseguiam. Era comum entre elas o remorso. E ainda, 75% preenchiam os requisitos para diagnóstico de abuso de substâncias psicoativas.
Para quem quiser saber mais sobre a compulsão sexual e tiver acesso a computador, existe um site, o www.slaa.com.br, exclusivo para dependente de amor e sexo.