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Fumante pode parar de respirar

Arquivo Geral

27/05/2004 0h00

Você já ouviu falar de uma doença chamada DPOC? A sigla significa Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, é a quinta causa de morte no Brasil e acomete três milhões de pessoas no País. Seus principais sintomas são a bronquite crônica e o enfisema pulmonar. O paciente passa a ter uma limitação do fluxo de ar nas vias respiratórias, tosse, diminuição da resistência física e aumento da produção de catarro. “Por ano, morrem cerca de 30 mil brasileiros por causa da DPOC”, conta o pneumologista Paulo Feitosa, presidente da Sociedade Brasiliense de Doenças Toráxicas e coordenador da Pneumologia da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

Se você tem esses sintomas, poderá fazer exames gratuitos nos dias 5 e 6 de junho, pela campanha nacional para prevenir a enfermidade, promovida pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e pelos laboratórios Boehringer Ingelheim e Pfizer. Em Brasília, a campanha será feita no ParkShopping, por meio de um ônibus-clínica.

O atendimento, das 10h às 19h, começa com um questionário. Os pacientes que responderem sim a três ou mais perguntas serão encaminhados para a espirometria, exame que mede a capacidade respiratória. O resultado sai imediatamente e logo é analisado por um médico que orientará o paciente de acordo com o diagnóstico obtido.

Além de ser a quinta causa de morte no Brasil, a DPOC é a sexta razão de óbitos no mundo. A doença está diretamente relacionada com o hábito de fumar. Cerca de 90% dos casos aparecem em fumantes ou ex-fumantes. “Fumar é uma roleta-russa. Em se tratando de DPOC, podemos dizer que é uma doença de fumantes”, afirma o pneumologista Paulo Feitosa.

A principal dificuldade do portador de DPOC é expirar. Assim, ele começa a acumular ar nos pulmões, o que o incapacita gradativamente. Em estágio avançado, o paciente passa a ter dificuldade para realizar atividades rotineiras, como caminhar, subir ou descer escadas, se alimentar, tomar banho, conversar e até pentear o cabelo. “Há pacientes que passam a não respirar se não tiverem o auxílio de um medicamento”, completa Feitosa.

Como não tem cura, o ideal é o diagnóstico precoce. A associação de medicamentos com atividades de reabilitação pulmonar ajudam o paciente a viver melhor. A interrupção do fumo é primordial. “Se pararem de fumar, os tabagistas que ainda não desenvolveram a doença têm o risco minimizado. Aqueles que já têm a DPOC reduzem o avanço da doença”, diz o médico.

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    Se você tem esses sintomas, poderá fazer exames gratuitos nos dias 5 e 6 de junho, pela campanha nacional para prevenir a enfermidade, promovida pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e pelos laboratórios Boehringer Ingelheim e Pfizer. Em Brasília, a campanha será feita no ParkShopping, por meio de um ônibus-clínica.

    O atendimento, das 10h às 19h, começa com um questionário. Os pacientes que responderem sim a três ou mais perguntas serão encaminhados para a espirometria, exame que mede a capacidade respiratória. O resultado sai imediatamente e logo é analisado por um médico que orientará o paciente de acordo com o diagnóstico obtido.

    Além de ser a quinta causa de morte no Brasil, a DPOC é a sexta razão de óbitos no mundo. A doença está diretamente relacionada com o hábito de fumar. Cerca de 90% dos casos aparecem em fumantes ou ex-fumantes. “Fumar é uma roleta-russa. Em se tratando de DPOC, podemos dizer que é uma doença de fumantes”, afirma o pneumologista Paulo Feitosa.

    A principal dificuldade do portador de DPOC é expirar. Assim, ele começa a acumular ar nos pulmões, o que o incapacita gradativamente. Em estágio avançado, o paciente passa a ter dificuldade para realizar atividades rotineiras, como caminhar, subir ou descer escadas, se alimentar, tomar banho, conversar e até pentear o cabelo. “Há pacientes que passam a não respirar se não tiverem o auxílio de um medicamento”, completa Feitosa.

    Como não tem cura, o ideal é o diagnóstico precoce. A associação de medicamentos com atividades de reabilitação pulmonar ajudam o paciente a viver melhor. A interrupção do fumo é primordial. “Se pararem de fumar, os tabagistas que ainda não desenvolveram a doença têm o risco minimizado. Aqueles que já têm a DPOC reduzem o avanço da doença”, diz o médico.

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