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Fotografias de Fay Godwin na Caixa

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Começa hoje, no Conjunto Cultural da Caixa, a exposição Landmarks, da fotógrafa britânica Fay Godwin. São cerca de 250 imagens cedidas pelo Barbican Art Galleries de Londres, nesta que é a maior retrospectiva de Fay Godwin, uma das mais importantes fotógrafas do Reino Unido, membro da Royal Photography Society e do National Museum of Photography, Film and Television, na Inglaterra. Com curadoria de Conrad Bodman e orientação técnica de Roger Taylor, Landmarks exibirá as famosas paisagens em preto-e-branco da fotógrafa, retratos de escritores como Ted Hughes, Doris Lessing, Philip Larkin, Salman Rushdie, dos prêmios Nobel de Literatura Saul Bellow e Günther Grass, além de trabalhos coloridos como os abstratos da série Glasswork e de paisagens urbanas no norte da Inglaterra.

A carreira de Fay Godwin na fotografia teve início em 1969, quando tirou retratos de figuras da literatura. Sem nenhum treinamento formal na área, mas com muita experiência com as editoras, ela fez sua carreira com fotos de escritores e poetas.

Seus retratos dos poetas Philip Larkin e Ted Hughes e dos escritores Martin Amis, Salman Rudhidie e Doris Lessing mostram os fotografados à vontade, normalmente em suas casas, e são caracterizados pela utilização constante da luz natural.

Quando o objeto da foto são paisagens, Fay Godwin também é considerada uma das melhores. Esta exposição engloba trabalhos de paisagens clássicas, industriais, políticas e costeiras. Suas cortantes observações sobre o relacionamento do homem com a natureza são ao mesmo tempo trágicas e cheias de humor.

O interesse de Godwin pela paisagem industrial, registrando o declínio da indústria pesada, tem sido um aspecto permanente em seu trabalho. Freqüentemente revestida por um forte tom de ironia, suas imagens referem-se à habilidade do meio ambiente de recuperar aquilo que o homem lhe tomou.

A mostra ficará em cartaz até 31 de agosto e tem entrada franca. Sugere-se a doação de um quilo de alimento aos visitantes, para o Programa Fome Zero.


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Começa hoje, no Conjunto Cultural da Caixa, a exposição Landmarks, da fotógrafa britânica Fay Godwin. São cerca de 250 imagens cedidas pelo Barbican Art Galleries de Londres, nesta que é a maior retrospectiva de Fay Godwin, uma das mais importantes fotógrafas do Reino Unido, membro da Royal Photography Society e do National Museum of Photography, Film and Television, na Inglaterra. Com curadoria de Conrad Bodman e orientação técnica de Roger Taylor, Landmarks exibirá as famosas paisagens em preto-e-branco da fotógrafa, retratos de escritores como Ted Hughes, Doris Lessing, Philip Larkin, Salman Rushdie, dos prêmios Nobel de Literatura Saul Bellow e Günther Grass, além de trabalhos coloridos como os abstratos da série Glasswork e de paisagens urbanas no norte da Inglaterra.

A carreira de Fay Godwin na fotografia teve início em 1969, quando tirou retratos de figuras da literatura. Sem nenhum treinamento formal na área, mas com muita experiência com as editoras, ela fez sua carreira com fotos de escritores e poetas.

Seus retratos dos poetas Philip Larkin e Ted Hughes e dos escritores Martin Amis, Salman Rudhidie e Doris Lessing mostram os fotografados à vontade, normalmente em suas casas, e são caracterizados pela utilização constante da luz natural.

Quando o objeto da foto são paisagens, Fay Godwin também é considerada uma das melhores. Esta exposição engloba trabalhos de paisagens clássicas, industriais, políticas e costeiras. Suas cortantes observações sobre o relacionamento do homem com a natureza são ao mesmo tempo trágicas e cheias de humor.

O interesse de Godwin pela paisagem industrial, registrando o declínio da indústria pesada, tem sido um aspecto permanente em seu trabalho. Freqüentemente revestida por um forte tom de ironia, suas imagens referem-se à habilidade do meio ambiente de recuperar aquilo que o homem lhe tomou.

A mostra ficará em cartaz até 31 de agosto e tem entrada franca. Sugere-se a doação de um quilo de alimento aos visitantes, para o Programa Fome Zero.


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