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Filmes brasileiros se engajam na causa do ambientalismo

Arquivo Geral

27/09/2005 0h00

O público tem entrada aberta na pré-estréia de hoje do Centro Cultural do Banco do Brasil: o documentário O Bicho Dá. O Bicho Toma, dirigido pela jornalista Beatriz Thielmann. Logo após a exibição do filme, Thielmann e a produtora, Tânia Leite, conversam com a platéia.

É o ciclo Encontro com o Cinema Brasileiro, programação que apresenta, até o dia 2, filmes vinculados a causas ambientais.

Durante toda a semana, estarão se revezando, na tela do cinema do CCBB, produções diversas como A Alma do Osso, documentário de Cao Guimarães sobre um eremita que vive numa caverna em Minas Gerais há 41 anos, até o drama Avaeté, Semente da Vingança, do veterano Zelito Viana, que conta, em linguagem de ficção, a história de um índio sobrevivente de um massacre no qual toda sua família foi morta.

Ao todo, passarão pela tela do CCBB dez longas-metragens. Por meio da poesia e do discurso às vezes metafórico da ficção, ou pelo caminho objetivo de documentários, os filmes do Encontro dialogam com diferentes vertentes da relação entre cinema e meio ambiente.

Outros títulos incluídos no evento são Os Pantaneiros, de José Padilha e Marcos Prado, que promove um verdadeiro mergulho na rotina de dois autênticos cowboys brasileiros; Estamira, de Marcos Prado, que apresenta a vida da corajosa líder dos idosos catadores de lixo do Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro; Tainá 1, de Tânia Lamarca, uma ficção sobre uma indiazinha; e A Carne é Fraca, que mostra todo o percurso de um bife, até chegar à frigideira.

engajamentoHistoricamente, o cinema tem se ligado a causas vitais para a experiência humana. Foi veículo de expressão de idéias contrárias à guerra, ao preconceito, ao totalitarismo. Atuou também como difusor de ideais políticos e sociais. Em tempos de desastres ambientais, o cinema também se alia à defesa do meio ambiente. A cada ano, crescem as realizações, documentais ou de ficção, que colocam a linguagem cinematográfica a serviço das questões ambientais. É o que mostra o Encontro.

O documentário de hoje ganha destaque por se apresentar como um exemplo da força do cinema como denúncia contra crimes ambientais. O longa mergulhou fundo no universo perigoso do tráfico de animais silvestres, para falar de um crime que movimenta milhões de dólares, contra vítimas silenciosas que caminham inocentes a caminho da extinção.

Serviço

Encontro com o Cinema Brasileiro – Cinema e Meio Ambiente – De hoje a 2 de outubro, no cinema do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB, Setor de Clubes Sul, próximo ao Clube de Golfe). Sessões às 17h, 19h e 21h. Ingressos a R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Entrada franca na sessão de abertura, hoje, às 19h. Informações: 3310. 7087

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    27/09/2005 0h00

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    É o ciclo Encontro com o Cinema Brasileiro, programação que apresenta, até o dia 2, filmes vinculados a causas ambientais.

    Durante toda a semana, estarão se revezando, na tela do cinema do CCBB, produções diversas como A Alma do Osso, documentário de Cao Guimarães sobre um eremita que vive numa caverna em Minas Gerais há 41 anos, até o drama Avaeté, Semente da Vingança, do veterano Zelito Viana, que conta, em linguagem de ficção, a história de um índio sobrevivente de um massacre no qual toda sua família foi morta.

    Ao todo, passarão pela tela do CCBB dez longas-metragens. Por meio da poesia e do discurso às vezes metafórico da ficção, ou pelo caminho objetivo de documentários, os filmes do Encontro dialogam com diferentes vertentes da relação entre cinema e meio ambiente.

    Outros títulos incluídos no evento são Os Pantaneiros, de José Padilha e Marcos Prado, que promove um verdadeiro mergulho na rotina de dois autênticos cowboys brasileiros; Estamira, de Marcos Prado, que apresenta a vida da corajosa líder dos idosos catadores de lixo do Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro; Tainá 1, de Tânia Lamarca, uma ficção sobre uma indiazinha; e A Carne é Fraca, que mostra todo o percurso de um bife, até chegar à frigideira.

    engajamentoHistoricamente, o cinema tem se ligado a causas vitais para a experiência humana. Foi veículo de expressão de idéias contrárias à guerra, ao preconceito, ao totalitarismo. Atuou também como difusor de ideais políticos e sociais. Em tempos de desastres ambientais, o cinema também se alia à defesa do meio ambiente. A cada ano, crescem as realizações, documentais ou de ficção, que colocam a linguagem cinematográfica a serviço das questões ambientais. É o que mostra o Encontro.

    O documentário de hoje ganha destaque por se apresentar como um exemplo da força do cinema como denúncia contra crimes ambientais. O longa mergulhou fundo no universo perigoso do tráfico de animais silvestres, para falar de um crime que movimenta milhões de dólares, contra vítimas silenciosas que caminham inocentes a caminho da extinção.

    Serviço

    Encontro com o Cinema Brasileiro – Cinema e Meio Ambiente – De hoje a 2 de outubro, no cinema do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB, Setor de Clubes Sul, próximo ao Clube de Golfe). Sessões às 17h, 19h e 21h. Ingressos a R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Entrada franca na sessão de abertura, hoje, às 19h. Informações: 3310. 7087

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