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Filme brasiliense abre o Cine Ceará

Arquivo Geral

04/06/2005 0h00

Opremiado curta-metragem brasiliense Momento Trágico, da cineasta e atriz Cibele Amaral, abre, hoje, a mostra competitiva do 15º Festival Cine Ceará, no Cine São Luiz de Fortaleza. O maior festival nordestino e segundo mais tradicional do cinema nacional (atrás do Festival de Brasília) começou ontem com exibição hors concours do documentário Brilhante, de Conceição Senna, que apresenta ao público os bastidores da gravação do filme Diamante Bruto, dirigido pelo pai da cineasta e atual secretário do Audiovisual, Orlando Senna, em 1977.

O curta em 35 milímetros de Cibele Amaral saiu vencedor das estatuetas de melhor filme no voto popular e melhor atriz (para a própria Cibele, que protagoniza a fita) no 36º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2003, apostando na receita do riso fácil. Trata-se de uma comédia despretensiosa, bem-produzida, e cuja a trama transfere o espectador a uma clínica de terapia em grupo com personagens caricatos – vividos, entre eles, por Murilo Grossi, Chico Santana e o cineasta brasiliense José Eduardo Belmonte.

Na lista dos curtas, outro título brasiliense foi escalado: Sobre Quando não Se Tem Nada a Dizer, de Cássio Pereira. Este narra a história de um vendedor de canetas que, durante suas andanças pela capital federal, encontra uma mulher misteriosa. A partir de então, uma estranha relação começa em meio a bilhetes, tesouras e outros objetos, o que obriga o vendedor a mudar seus planos, seu cotidiano, sua percepção das coisas e até mesmo sua relação com o tempo.

Num formato semelhante ao que reza a tradição do festival candango, o Cine Ceará apresenta a mostra de curtas em 35mm seguido pela competição entre longas-metragens, que exibe, hoje, dois filmes em seqüência: A Pessoa é Para o Que Nasce, de Roberto Berliner (RJ), e Por 30 Dinheiros, de Vânia Perazzo e Ivan Hlebarov (PB).

O festival escalou, na maioria, documentários para a mostra principal. Dos sete longas-metragens selecionados, apenas três são de ficção: Por 30 Dinheiros, Quanto Vale ou É por Quilo? (do paulistano Sérgio Bianchi, com elenco de peso formado por Herson Capri e Caco Ciocler) e o novo filme do veterano Carlos Reichenbach, Bens Confiscados. Os demais concorrentes da categoria são as produções documentais Moacir, Arte Bruta (do conceituado fotógrafo de cinema Walter Carvalho), A Marca do Terril (Ivan Cardoso, RJ), Seu Chico, Um Retrato (do catarinense Jose Rafael Mamigonian) e o já citado A Pessoa é para o que Nasce.

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    04/06/2005 0h00

    Opremiado curta-metragem brasiliense Momento Trágico, da cineasta e atriz Cibele Amaral, abre, hoje, a mostra competitiva do 15º Festival Cine Ceará, no Cine São Luiz de Fortaleza. O maior festival nordestino e segundo mais tradicional do cinema nacional (atrás do Festival de Brasília) começou ontem com exibição hors concours do documentário Brilhante, de Conceição Senna, que apresenta ao público os bastidores da gravação do filme Diamante Bruto, dirigido pelo pai da cineasta e atual secretário do Audiovisual, Orlando Senna, em 1977.

    O curta em 35 milímetros de Cibele Amaral saiu vencedor das estatuetas de melhor filme no voto popular e melhor atriz (para a própria Cibele, que protagoniza a fita) no 36º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2003, apostando na receita do riso fácil. Trata-se de uma comédia despretensiosa, bem-produzida, e cuja a trama transfere o espectador a uma clínica de terapia em grupo com personagens caricatos – vividos, entre eles, por Murilo Grossi, Chico Santana e o cineasta brasiliense José Eduardo Belmonte.

    Na lista dos curtas, outro título brasiliense foi escalado: Sobre Quando não Se Tem Nada a Dizer, de Cássio Pereira. Este narra a história de um vendedor de canetas que, durante suas andanças pela capital federal, encontra uma mulher misteriosa. A partir de então, uma estranha relação começa em meio a bilhetes, tesouras e outros objetos, o que obriga o vendedor a mudar seus planos, seu cotidiano, sua percepção das coisas e até mesmo sua relação com o tempo.

    Num formato semelhante ao que reza a tradição do festival candango, o Cine Ceará apresenta a mostra de curtas em 35mm seguido pela competição entre longas-metragens, que exibe, hoje, dois filmes em seqüência: A Pessoa é Para o Que Nasce, de Roberto Berliner (RJ), e Por 30 Dinheiros, de Vânia Perazzo e Ivan Hlebarov (PB).

    O festival escalou, na maioria, documentários para a mostra principal. Dos sete longas-metragens selecionados, apenas três são de ficção: Por 30 Dinheiros, Quanto Vale ou É por Quilo? (do paulistano Sérgio Bianchi, com elenco de peso formado por Herson Capri e Caco Ciocler) e o novo filme do veterano Carlos Reichenbach, Bens Confiscados. Os demais concorrentes da categoria são as produções documentais Moacir, Arte Bruta (do conceituado fotógrafo de cinema Walter Carvalho), A Marca do Terril (Ivan Cardoso, RJ), Seu Chico, Um Retrato (do catarinense Jose Rafael Mamigonian) e o já citado A Pessoa é para o que Nasce.

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