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Filhos de alcoólatras tendem a gostar de doce

Arquivo Geral

18/09/2004 0h00

Álcool com doces não costuma combinar, dizem aqueles que gostam de beber. Não é o que acham, segundo alguns cientistas, os filhos de alcoólatras.

Um estudo publicado na revista Alcoholism: Clinical and Experimental Research mostra que existe uma estreita relação entre o gosto pelos doces e o alcoolismo entre filhos de pais alcoólatras. No entanto, só o gosto pelo açúcar não é suficiente para levar ao vício.

A tudo isso deve agregar-se uma tendência a buscar novidades. Alexei Kampov, autor da pesquisa e professor auxiliar de Psiquiatria da Escola de Medicina Mount Sinai, disse que a tendência de buscar novidades pode conduzir a pessoa a experimentar o álcool e a ter uma vida com maior consumo e dependência desse tipo de bebida.

Uma hipótese que explica a associação entre doces e álcool, segundo o pesquisador Alexei Kampov, é o fato de o gosto pelos doces e os efeitos gratificantes do álcool estarem relacionados nas funções cerebrais. Essa conclusão foi extraída de uma análise realizada com 165 participantes de um programa de tratamento contra a dependência de álcool.

O fato é que se as conclusões se confirmarem com mais estudos, será possível desenvolver provas clínicas para determinar, nos primeiros anos de vida, o risco de uma pessoa poder se tornar alcoólatra.

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    A tudo isso deve agregar-se uma tendência a buscar novidades. Alexei Kampov, autor da pesquisa e professor auxiliar de Psiquiatria da Escola de Medicina Mount Sinai, disse que a tendência de buscar novidades pode conduzir a pessoa a experimentar o álcool e a ter uma vida com maior consumo e dependência desse tipo de bebida.

    Uma hipótese que explica a associação entre doces e álcool, segundo o pesquisador Alexei Kampov, é o fato de o gosto pelos doces e os efeitos gratificantes do álcool estarem relacionados nas funções cerebrais. Essa conclusão foi extraída de uma análise realizada com 165 participantes de um programa de tratamento contra a dependência de álcool.

    O fato é que se as conclusões se confirmarem com mais estudos, será possível desenvolver provas clínicas para determinar, nos primeiros anos de vida, o risco de uma pessoa poder se tornar alcoólatra.

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