Fim de semana recheado de bom humor. Começa hoje o Projeto Vivo Rindo no Teatro Nacional, com as comédias Os Monólogos da Vagina e Como Sobreviver em Festas e Recepções com Buffet Escasso.
Dirigida e adaptada por Miguel Falabella, Os monólogos da Vagina já percorreu 23 cidades brasileiras contando uma bem-humorada história sobre a sexualidade feminina. “Redescobri o Brasil com a vagina”, brinca a atriz Vera Setta. Foi ela que trouxe o texto norte-americano escrito por Eve Ensler e entregou nas mãos de Falabella. Sucesso desde a estréia, em 2000, Os Monólogos da Vagina vem a Brasília pela segunda vez. No elenco, além de Vera, Lúcia Veríssimo e Totia Meirelles.
Como Sobreviver em Festas e Recepções com Buffet Escasso, é baseada em um manual escrito pelo neurocirurgião Ângelo Machado. “Em tempos de fome zero, a peça é um verdadeiro curso de auto-ajuda”, brinca o comediante Carlos Nunes, que junto com os bailarinos Ana Luíza Alves, Nelson de Castro e Icler de Oliveira, forma o elenco.
Para ensinar essa arte de sobreviver com pouca comida, um personagem com 20 anos de festa adverte: “Quem manda na festa é o garçom”. A peça mineira foi premiada em 2000 por ter sido o espetáculo com o maior público em Belo Horizonte (17 mil pessoas em 48 apresentações). Quatro anos depois, mais de 120 mil pessoas prestigiaram a trupe.
Para o público entrar no clima, artistas do humor brasiliense estarão no foyer da Sala Villa-Lobos no mesmo período de apresentação dos espetáculos. Os grupos Orquestra de Lapela Nino Rota, Avacalhando o vocal, G7 e Circo Íntimo farão pequenos esquetes enquanto o público espera na fila.