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Fé sexy, dama imolada

Arquivo Geral

15/05/2005 0h00

Juliana Paes não nega o fato: é uma mulher sensual. “Não tenho medo, está em mim, é inerente. Difícil fugir disso, fazer um personagem seco. Sonia Braga era assim, Marilyn Monroe sempre foi e tem estrela na calçada da fama”, afirma a atriz, no ar como a falsa beata Creusa, em América, depois de viver as exuberantes Karla (O Clone) e Jaqueline Joy (Celebridade). “Disseram que fiquei feliz por ganhar um papel recatado e agora não é nada disso. Palhaçada. O personagem é quase Nelson Rodrigues, cheio de nuances. Uma pimentinha na novela”, crê.

A cara de santa não impediu Creusa de seduzir Tião (Murilo Benício) com lingerie sexy embaixo do vestido largo. “Surgiram essas cenas e fui negociar com o diretor. Não precisa ficar pelada em cena de amor”, diz. Descolada nesse tipo de situação, Juliana avalia a real necessidade de se expor.

“Minha primeira cena em Celebridade (Jaqueline mostrou os seios para fotógrafos) foi necessária para mostrar o quanto ela era louca pela fama. Já quando fiquei nua na praia, tenho lá minhas dúvidas. Você paga um preço pelo que faz. Estava na Playboy e acabei sendo explorada nesse aspecto”, acredita a atriz. Aos 26 anos, Juliana se diz “uma menina”. “Às vezes, quero posar de séria e não consigo, sou palhaça. Mas minha conduta fala por mim. Não saio ficando com uns e outros, nem me visto de forma vulgar. Não me faço de sexy o tempo todo, não sou esse vulcão”, diz.

Atriz gosta de ser “a boa”, mas diz que fará análise

Garota-propaganda de cerveja – o comercial faz trocadilho entre a bebida e a atriz, chamando as duas de “a boa” –, Juliana lida bem com a imagem. “Chato é o rótulo, como se sensualidade fosse pejorativo, ruim.” De má, a vida de Juliana – que já passou por sério aperto financeiro com sua família – hoje não tem nada. “Perder tudo é muito ruim, dá a sensação de ficar sem chão. Agora, penso em fazer análise, mas sou bem-resolvida. Meu sonho de anônima era ter a primeira oportunidade. Mas tenho pé no chão, não fiquei deslumbrada”, diz. E não parece mesmo.

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    15/05/2005 0h00

    Juliana Paes não nega o fato: é uma mulher sensual. “Não tenho medo, está em mim, é inerente. Difícil fugir disso, fazer um personagem seco. Sonia Braga era assim, Marilyn Monroe sempre foi e tem estrela na calçada da fama”, afirma a atriz, no ar como a falsa beata Creusa, em América, depois de viver as exuberantes Karla (O Clone) e Jaqueline Joy (Celebridade). “Disseram que fiquei feliz por ganhar um papel recatado e agora não é nada disso. Palhaçada. O personagem é quase Nelson Rodrigues, cheio de nuances. Uma pimentinha na novela”, crê.

    A cara de santa não impediu Creusa de seduzir Tião (Murilo Benício) com lingerie sexy embaixo do vestido largo. “Surgiram essas cenas e fui negociar com o diretor. Não precisa ficar pelada em cena de amor”, diz. Descolada nesse tipo de situação, Juliana avalia a real necessidade de se expor.

    “Minha primeira cena em Celebridade (Jaqueline mostrou os seios para fotógrafos) foi necessária para mostrar o quanto ela era louca pela fama. Já quando fiquei nua na praia, tenho lá minhas dúvidas. Você paga um preço pelo que faz. Estava na Playboy e acabei sendo explorada nesse aspecto”, acredita a atriz. Aos 26 anos, Juliana se diz “uma menina”. “Às vezes, quero posar de séria e não consigo, sou palhaça. Mas minha conduta fala por mim. Não saio ficando com uns e outros, nem me visto de forma vulgar. Não me faço de sexy o tempo todo, não sou esse vulcão”, diz.

    Atriz gosta de ser “a boa”, mas diz que fará análise

    Garota-propaganda de cerveja – o comercial faz trocadilho entre a bebida e a atriz, chamando as duas de “a boa” –, Juliana lida bem com a imagem. “Chato é o rótulo, como se sensualidade fosse pejorativo, ruim.” De má, a vida de Juliana – que já passou por sério aperto financeiro com sua família – hoje não tem nada. “Perder tudo é muito ruim, dá a sensação de ficar sem chão. Agora, penso em fazer análise, mas sou bem-resolvida. Meu sonho de anônima era ter a primeira oportunidade. Mas tenho pé no chão, não fiquei deslumbrada”, diz. E não parece mesmo.

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