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Faltam atores para o número de tramas

Arquivo Geral

03/12/2005 0h00

Até a semana passada, a atriz Carolina Dieckmann estava escalada para protagonizar Sinhá Moça, a próxima novela das seis da Globo. Uma decisão da emissora, porém, desfez o pré-acordo e Dieckmann acabou acertando sua participação em Coração de Ouro, novela de João Emanuel Carneiro que substituirá Bang Bang a partir de abril.

Além do mal-estar causado entre as equipes das duas novelas, a intervenção da cúpula da emissora obrigou os produtores de elenco de Sinhá Moça a procurarem uma nova protagonista às pressas, a pouco mais de um mês do início das gravações da trama de Benedito Ruy Barbosa. O mesmo aconteceu com Bruno Gagliasso, que saiu da faixa das oito, foi cogitado para a das seis e vai integrar a próxima trama das sete.

Os episódios, que parecem isolados dentro da Globo, têm se repetido com freqüência. Além da “disputa” entre produções da mesma casa, essa suposta “falta de atores” – causada, sobretudo, pelo êxodo de globais para emissoras concorrentes e negada com veemência pelo diretor de Núcleo da Globo, Ricardo Waddington – criou uma nova realidade na emissora carioca.

“Não existe isso (falta de atores). A alta demanda que alguns profissionais têm é um reflexo da qualidade do trabalho deles”, diz o diretor.

E essa qualidade está obrigando alguns globais a emendarem um trabalho atrás do outro. Em Sinhá Moça, por exemplo, serão reaproveitados ao menos quatro atores, entre eles Patrícia Pillar e Vanessa Giácomo, que estavam no elenco de Cabocla (2004), produção anterior de Benedito Ruy Barbosa. O intervalo entre uma obra e outra será de pouco mais de um ano – tempo considerado baixo para os antigos padrões da emissora.

“Estamos com dificuldades de montar o elenco, mas é um problema contornável e recorrente”, minimiza Edilene Ruy Barbosa, filha de Benedito. Manoel Carlos, autor da próxima novela das oito, Páginas da Vida, pretende driblar esse “problema” lançando novos atores.

A ex-BBB Grazielle Massafera estreará como atriz e Sergio Hondjakoff, o Cabeção de Malhação, será promovido para as oito. Maneco também fará testes com novatos para a trama, que já tem Regina Duarte, José Mayer e Helena Ranaldi escalados.

“Esse problema de elenco sempre existiu, com menos gravidade porque havia menos produções no ar, mas nunca foi fácil escalar uma novela”, diz o autor, que já tem Christine Fernandes, a mais nova “ex-ex-global”, que estava na Record, em sua trama.

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    03/12/2005 0h00

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    Além do mal-estar causado entre as equipes das duas novelas, a intervenção da cúpula da emissora obrigou os produtores de elenco de Sinhá Moça a procurarem uma nova protagonista às pressas, a pouco mais de um mês do início das gravações da trama de Benedito Ruy Barbosa. O mesmo aconteceu com Bruno Gagliasso, que saiu da faixa das oito, foi cogitado para a das seis e vai integrar a próxima trama das sete.

    Os episódios, que parecem isolados dentro da Globo, têm se repetido com freqüência. Além da “disputa” entre produções da mesma casa, essa suposta “falta de atores” – causada, sobretudo, pelo êxodo de globais para emissoras concorrentes e negada com veemência pelo diretor de Núcleo da Globo, Ricardo Waddington – criou uma nova realidade na emissora carioca.

    “Não existe isso (falta de atores). A alta demanda que alguns profissionais têm é um reflexo da qualidade do trabalho deles”, diz o diretor.

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    “Estamos com dificuldades de montar o elenco, mas é um problema contornável e recorrente”, minimiza Edilene Ruy Barbosa, filha de Benedito. Manoel Carlos, autor da próxima novela das oito, Páginas da Vida, pretende driblar esse “problema” lançando novos atores.

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    “Esse problema de elenco sempre existiu, com menos gravidade porque havia menos produções no ar, mas nunca foi fácil escalar uma novela”, diz o autor, que já tem Christine Fernandes, a mais nova “ex-ex-global”, que estava na Record, em sua trama.

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