Com a estréia de Fahrenheit 9/11, polêmico documentário de Michael Moore, na próxima sexta-feira nos Estados Unidos, cresce a controvérsia sobre o filme que tem pretensões de entrar para a História como aquele que ajudou na queda do presidente americano George W. Bush.
A Casa Branca já tomou posição, e Dan Bartlett, diretor de Comunicações, disse que o filme é tão falso que nem merece um comentário. Segundo o New York Daily News, o ex-presidente George Bush pai o descreveu como um “ataque pessoal e vicioso” a seu filho por parte de uma “bola de gordura” como Moore.
Já o diretor, que ganhou o Oscar por seu documentário anterior, Tiros em Columbine, não escondeu sua esperança nos efeitos de seufilme para a campanha do atual presidente americano: “Adoraria ver Bush fora da Casa Branca”. Ele considera seu documentário “um trabalho de opinião editorial” sobre os últimos quatro anos do governo. Nele o cineasta americano destaca as relações entre a família Bush e o clã Bin Laden, que teria recebido ajuda do presidente para deixar os EUA após os atentados de 11 de setembro.
Moore acusa Bush de prestar pouca atenção às advertências a um possível ataque da Al-Qaeda enquanto passava 42% dos oito primeiros meses de governo em férias.