técnica ainda está em estágio inicial, mas já tem algumas nações apostando alto nela. Trata-se da nanotecnologia, na qual os Estados Unidos prometem investir mais de US$ 140 milhões com a intenção de combater o câncer. A informação é do Institudo do Câncer daquele país.
A Nanotecnologia é uma espécie de milagre da tecnologia. Ela usa uma série de instrumentos minúsculos, tão pequenos que podem ser medidos em escala molecular.
O instituto norte-americano grante que a tecnologia oferece novas maneiras de tratar o câncer em seus estágios iniciais, ao mesmo tempo em que reduz alguns dos efeitos colaterais mais indesejáveis de outros tratamentos.
A técnica já está sendo utilizada na indústria de computadores, e mesmo sendo uma novidade no mundo científico, há uma idéia generalizada de que ela poderá ser utilizado, com possibilidade de sucesso, na área da medicina. Pode ser uma revolução à vista.
Só para se ter uma idéia do universo minúsculo com o qual os cientistas trabalham, as nanopartículas são cerca de um milhão de vezes menores do que a cabeça de um alfinete. Mas como tamanho não é documental, há uma possibilidade dessas partículas serem utilizadas para grande missões, tais como: localizar células cancerígenas no corpo, ou medicar partes infestadas sem os efeitos colaterias de tratamentos como a quimioterapia e radiação.
Há um consenso, contudo, que um maior avanço no combate ao câncer ainda depende de anos de pesquisa antes de se tornar realidade. Mas, toda esperança nessa área é muito bem-vinda.
Outro ponto delicado e que ainda vai causar muitas discussões, no meio científico e político, é o do licenciamento das nanotecnologias. Especialistas querem que exista a garantia de que elas vão ser protegidas pela lei quando forem produzidas em escala comercial.