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Estrela do SBT vive um amor de conto de fadas

Arquivo Geral

12/06/2005 0h00

Paris tem um significado todo especial para Ana Paula Padrão. Na cidade francesa, começou a viver sua história de conto de fadas com o economista Walter Mundell, 51 anos. A jornalista conheceu o atual marido em 2002, quando foi entrevistá-lo sobre o efeito de pesquisas eleitorais na Economia para o Jornal da Globo. Teve dois encontros com ele, a trabalho, e viajou para cobrir a Copa do Mundo do Japão e Coréia.

“Disse para ele que ia passar uma semana em Paris, com minha mãe, antes de ir para a Copa”, lembra. “A gente só tinha tido dois encontros e ele foi para lá me pedir em namoro. Não acreditei. Disse que ele era um ET”.

Depois do encontro, ela ficou 50 dias viajando pela Ásia, mas conta que não largou o telefone. “Quando voltei, me casei rápido com ele, antes que desistisse”, diverte-se ela, que fez questão de todas as formalidades ao se casar no civil, em setembro de 2002, e assina o sobrenome do marido. Na cerimônia, com fogos de artifício e sinos tocando na hora do sim, usou vestido com véu e grinalda.

“O Walter me conquistou porque é muito amoroso, seguro, honesto e corajoso”, entrega. “Mulher covarde até passa. Mas homem covarde não dá. O Walter é tão corajoso para amar! É admirável por ser assim”.

Walter não foi o primeiro marido da jornalista. Aos 24 anos, em Brasília, Ana se casou com o diretor regional da Globo Marcelo Netto, 15 anos mais velho. Eles ficaram juntos por 10 anos.

Como sempre foi muito branquinha, Ana virou dark na adolescência em Brasília. “Tenho problema de melanina baixa”, revela. “Sol me dá queimadura. Já fui parar duas vezes em hospital. Cedo entendi que não podia ficar me bronzeando. Antes de ser dark, diziam que eu tinha um ar anos 50”.

Em plena forma, ela hoje ri do sonho que manteve até os 18 anos: ser bailarina. “Sou muito preguiçosa. Me matriculo em academias umas quatro vezes por ano”.

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    “Disse para ele que ia passar uma semana em Paris, com minha mãe, antes de ir para a Copa”, lembra. “A gente só tinha tido dois encontros e ele foi para lá me pedir em namoro. Não acreditei. Disse que ele era um ET”.

    Depois do encontro, ela ficou 50 dias viajando pela Ásia, mas conta que não largou o telefone. “Quando voltei, me casei rápido com ele, antes que desistisse”, diverte-se ela, que fez questão de todas as formalidades ao se casar no civil, em setembro de 2002, e assina o sobrenome do marido. Na cerimônia, com fogos de artifício e sinos tocando na hora do sim, usou vestido com véu e grinalda.

    “O Walter me conquistou porque é muito amoroso, seguro, honesto e corajoso”, entrega. “Mulher covarde até passa. Mas homem covarde não dá. O Walter é tão corajoso para amar! É admirável por ser assim”.

    Walter não foi o primeiro marido da jornalista. Aos 24 anos, em Brasília, Ana se casou com o diretor regional da Globo Marcelo Netto, 15 anos mais velho. Eles ficaram juntos por 10 anos.

    Como sempre foi muito branquinha, Ana virou dark na adolescência em Brasília. “Tenho problema de melanina baixa”, revela. “Sol me dá queimadura. Já fui parar duas vezes em hospital. Cedo entendi que não podia ficar me bronzeando. Antes de ser dark, diziam que eu tinha um ar anos 50”.

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