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Embriões produzidos sem o uso do esperma

Arquivo Geral

04/12/2004 0h00

Pesquisadores da Escola de Medicina de Cardiff, em Gales, anunciaram nesta quinta-feira que estão produzindo embriões humanos sem usar esperma, buscando tornar menos polêmica a utilização de blastocistos para a utilização de células-tronco.

O método, divulgado pela revista New Scientist, utiliza apenas a proteína PLC-Zeta, encontrada no esperma, responsável pela divisão celular. Os embriões se desenvolvem sem os cromossomos masculinos e, portanto, não resultariam num processo de procriação.

No experimento feito pela equipe de Cardiff, segundo a agência Efe, os primeiros embriões gerados com a PLC-Zeta se dividiram durante quatro ou cinco dias, atingindo o estágio de blastocisto, onde há células-tronco capazes de iniciar a constituição de qualquer tipo de tecido humano.

O uso de células-tronco retiradas de embriões humanos – geralmente descartados em clínicas de reprodução assistida – enfrenta sérias resistências em vários países. Muitos consideram estes embriões como seres vivos, pois caracterizam a vida a partir da fecundação do óvulo pelo espermatozóide.

A terapia com células-tronco poderá no futuro tratar muitas doenças degenerativas, hoje incuráveis, causadas pela morte prematura ou mau funcionamento de tecidos, células ou órgãos. Como exemplo, são citdas as doenças neuromusculares, diabetes, doenças renais, cardíacas, hepáticas, Alzheimer, Parkinson e distrofia muscular. Para isso, estão sendo feitas inúmeras pesquisas no mundo todo para descobrir como fazer as células-tronco se diferenciarem no tecido que está doente.

Além de produzir embriões capazes de fornecer células-tronco para tratar tecidos, os pesquisadores acham que podem usar a PLC-Zeta para tratar a infertilidade masculina.

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    04/12/2004 0h00

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    O método, divulgado pela revista New Scientist, utiliza apenas a proteína PLC-Zeta, encontrada no esperma, responsável pela divisão celular. Os embriões se desenvolvem sem os cromossomos masculinos e, portanto, não resultariam num processo de procriação.

    No experimento feito pela equipe de Cardiff, segundo a agência Efe, os primeiros embriões gerados com a PLC-Zeta se dividiram durante quatro ou cinco dias, atingindo o estágio de blastocisto, onde há células-tronco capazes de iniciar a constituição de qualquer tipo de tecido humano.

    O uso de células-tronco retiradas de embriões humanos – geralmente descartados em clínicas de reprodução assistida – enfrenta sérias resistências em vários países. Muitos consideram estes embriões como seres vivos, pois caracterizam a vida a partir da fecundação do óvulo pelo espermatozóide.

    A terapia com células-tronco poderá no futuro tratar muitas doenças degenerativas, hoje incuráveis, causadas pela morte prematura ou mau funcionamento de tecidos, células ou órgãos. Como exemplo, são citdas as doenças neuromusculares, diabetes, doenças renais, cardíacas, hepáticas, Alzheimer, Parkinson e distrofia muscular. Para isso, estão sendo feitas inúmeras pesquisas no mundo todo para descobrir como fazer as células-tronco se diferenciarem no tecido que está doente.

    Além de produzir embriões capazes de fornecer células-tronco para tratar tecidos, os pesquisadores acham que podem usar a PLC-Zeta para tratar a infertilidade masculina.

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