Quando a Universal lançou A Identidade Bourne em 2002, não esperava que o filme fizesse tanto sucesso, a ponto de faturar mais do que o dobro do que custou. Isto foi mais que suficiente para o estúdio apostar na continuação, A Supremacia Bourne, que estreou nos Estados Unidos com uma arrasadora bilheteria de US$ 53 milhões em apenas três dias e que hoje inaugura sua carreira em várias salas da cidade.
A Supremacia Bourne traz de volta o espião desmemoriado vivido pelo astro Matt Damon, tentando levar a vida na flauta. Para quem não lembra, ou não assistiu ao primeiro longa-metragem da série, Jason Bourne (Damon) é encontrado semimorto por pescadores e, depois de se recuperar, tenta resgatar a sua memória. Se vê de repente um frio e bem treinado agente de espionagem lutando contra perigosos vilões que tentavam matá-lo.
Na seqüência, Jason torna-se David Webb, professor de uma pequena universidade interiorana nos Estados Unidos, curtindo uma vida pacata e feliz ao lado de sua namorada Marie (Franca Potente), até que um agente descobre seu “esconderijo”. O ex-espião resolve fugir da cidadezinha e descobre que sua antiga identidade está sendo usada indevidamente por velhos inimigos: está sendo acusado de matar dois agentes da CIA.
Para se desvencilhar da trama macabra, Jason tem que voltar à ação. E aí, pode esperar por fantásticas e bem perpetradas cenas de perseguições e muita ação.
O longa-metragem, dirigido por Paul Greengrass, foi baseado em best-seller de Robert Ludlum, autor de 26 obras traduzidas para mais de 32 idiomas. A Supremacia Bourne faz parte de uma trilogia do autor que acaba com O Últimato Bourne, que deve também, pelo que tudo indica, virar filme.