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Ed Mota conta que Led Zeppelin salvou sua vida

Arquivo Geral

25/09/2008 0h00

Na revista VIP de setembro, Ed Motta conta que sua história com o grupo inglês Led Zeppelin começou quando ouviu pela primeira vez Physical Graffiti, sexto disco da banda, de 1975. “Como o álbum é conceitual e duplo, demanda muito mais tempo para ser apreciado. Isso me fascinou logo que consegui o disco, no início dos anos 80”, revelou Ed. Ele tinha 12 anos e como não havia edição nacional do LP, resolveu trocar os discos que possuía do AC/DC pelo Physical, que se tornou seu predileto e o fez entrar de vez para o fã-clube oficial carioca do Led Zeppelin. Daí em diante, passou a consumir tudo da banda. Atualmente, tem toda sua discografia nas versões brasileiras, americanas, inglesas e japonesas e o Physical em mais versões ainda.


O seu fascínio pelo LP veio do gosto pelo esquisito, o som estranho, a gravação meio abafada e a falta de requinte. O Led acabou levando-o para o blues: “Se não fosse pelos caminhos que o grupo me abriu, eu teria ficado como vários amigos que até hoje estão presos no rock”, conclui o cantor.

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